sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ESCOLHA E DIVIRTA-SE ....






                               BAILARICOS


BOA NOTÍCIA PARA O ALENTEJO


O Parlamento aprovou hoje os projetos de resolução de PCP, PS e Bloco de Esquerda que recomendam ao Governo a construção do novo Hospital Central de Évora.
Na votação, PCP, PS, Bloco de Esquerda, PEV e PAN votaram a favor, enquanto os grupos parlamentares de PSD e CDS-PP abstiveram-se.
Os deputados Pedro do Carmo (PS), Hélder Amaral (CDS-PP) e Simão Ribeiro (PSD) apresentaram uma declaração de voto.
A construção do novo Hospital Central de Évora foi adiada, em 2011, pelo anterior Governo PSD/CDS-PP.

E ASSIM SE FEZ A FESTA ! ( Divulgação C.M.A.)

                                 Matança do Porco
Foi com água na boca que se degustaram, no passado dia 30, na antiga escola primária de Casas Novas de Mares, tradicionais iguarias tais como molejas, rechina, sarrabulho, orelha e trompa de coentrada. 
A Matança do Porco continua a organizar-se no concelho de Alandroal e este ano decorreu, como já vem sendo hábito, musgando o porco com tojos em cama de esteva. A acompanhar a carne de porco, o típico pão e um bom tinto ou branco alentejanos e a festa prolongou-se até ao anoitecer.
Numa organização da Câmara Municipal, em colaboração com a Associação de Caçadores de Casas Novas de Mares e a Junta de Freguesia de Santiago Maior, contou ainda com as atuações da Tuna da Escola Popular e o Trigueirão do Relheiro logo após o almoço.
Numa tradição que se quer bem viva, como forma de preservar e promover a identidade cultural do concelho, foram muitos os que ali se deslocaram para assistir à iniciativa e provar os sabores tão típicos do Alentejo.






Recolha: Facebook C.M.A:


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM

                                                            OE 2016


Sexta, 05 Fevereiro 2016
Foi o tema da semana.
O OE preencheu as páginas dos jornais e dos noticiários. E não foi em vão. É um documento de fundamental importância para a vida de cada um de nós.
Ontem o Conselho de Ministros procedeu à aprovação da proposta de lei do OE para 2016. Agora será a vez da Comissão Europeia se pronunciar sobre o documento.
Tudo leva a crer que a Comissão o aprovará, pese embora considere que Portugal é o país da zona euro em que o défice mais derrapa. No mesmo sentido o FMI teme a derrapagem das contas públicas.
Diga-se o que se disser é um orçamento que mantém a austeridade, nem consegue pelo menos baixá-la. Está visto que a austeridade assentou arraiais em Portugal.
Um orçamento em que a expectativa de crescimento se limita a 1,9%, para que se cumpra o défice de 2,4%.
Sacrifica-se a economia - agravando-se o imposto sobre produtos petrolíferos, o imposto sobre veículos, a contribuição especial sobre a banca, entre outros - para se poder cumprir o pré-acordado à esquerda, condição para que o orçamento seja aprovado na assembleia da república.
O Governo aplica um pacote de novas medidas de forma a compensar orçamentalmente aquelas que pretende reduzir ou eliminar.
Os portugueses serão novamente chamados a contribuir para as contas públicas, em especial, por via dos combustíveis e do sector automóvel, sector que até começava a dar sinais interessantes de recuperação.
É curioso que se “defenda” o agravamento fiscal. Pelo menos a prática tem sido esta. O sucessivo recurso ao agravamento fiscal, seja por impostos diretos ou indiretos, mostra que este é sempre o caminho mais
fácil para a coleta de receita. A carga fiscal é cada vez mais expressiva, é assustadora.
É certo que a seu tempo iremos conhecer os resultados deste orçamento e os seus impactos na economia do país. Mas as várias vozes que se vão pronunciando sobre ele são claras e têm que nos deixar preocupados.
Veremos quem na AR dará a cara por este OE, porque ele é um orçamento da austeridade.
Até para a semana
Rui Mendes


IMPRENSA DO ALENTEJO HOJE


DESPORTO A REALIZAR

                                                                            FUTEBOL
                                                                             INATEL
2ª FASE - Grupo B   06/02 – 15 horas
Alandroal United – Foros Fonte Seca
Sabugueiro - Monsaraz


                                               Distritais Associação Futebol de Évora
Divisão de Elite 
Canaviais – União de Montemor - 07 - 15 horas
Redondense – Calipolense - hoje 21 horas
Borbense – Oriola - amanhã 15 horas
Portel – Lavre -             "            "
Lusitano – Sporting Viana - amahã 15 horas
Escouralense – Monte Trigo. - amahã 15 horas

Divisão de Honra- 07/02
Cabrela – Corval
Alcaçovense – Santana do Campo
Fazendas Cortiço – Estremoz
Arraiolense – Valenças
União Montemor B – Giesteira.



                                                                                RugbY
SENIORES - Nacional 1º Divisão
S. Miguel – R.C.M.

                                                                                 FUTSAL 
 TAÇA DISTRITO ÉVORA
União de Montemor – Barbus Futsal.



                                                                              ATLETISMO


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

VOLTA E MEIA O JEREMIAS BRINDA-NOS COM ESTAS “PRECIOSIDADES”


O ALANDROAL SEMPRE FOI TERRA DE GRANDES MUSICOS!
QUE GRANDES BAILES NA ESPLANADA…

RECORDO-OS TODOS COM MUITA SAUDADE… TODOS BONS AMIGOS!
 O Pingalhete - a Filha - O Manuel Roma - o Lila - O Zé Colunas ....
O Baíco -.... - O Manuel Salomé - o Manuel Roma - o João Salomé - o  Berbem - o Barradas...

ORELHUDOS DO CARAÇAS - Rubrica de A.N.B.

ORELHUDOS  do CARAÇAS  (35)

i)                   Estados de Espirito
Claro que haveria coisas mais urgentes para desfiar no Al Tejo mas também é verdade que, hoje, entendemos para bem do nosso estado de espirito esclarecer aqui um assunto.
Como sabem há uma mão cheia de anos que colaboro neste espaço e como tal é sempre conveniente ir variando os temas e os títulos. Uma tarefa que nem sempre terá sido bem sucedida.
Por exemplo, este título de “Orelhudos do Caraças” colheu inspiração em dois grandes escritores. Por sinal um deles até é alentejano.
Mas o verdadeiro “clik” para escolha deste título veio-me - imaginem lá - de um grande cantor, de seu nome Marco Paulo. Achei muita graça e inspiração que tivesse dito na Televisão que a sua canção “ Eu tenho dois Amores/ não sei qual gosto mais,,,/ (de resto uma canção poderosa e bonita que foi um enorme e merecido sucesso) era a sua canção mais  “Orelhuda” de sempre.  “Orelhuda” na medida em que entrou muito facilmente pelos ouvidos adentro… até porque Marco Paulo tinha um vozeirão… do Caraças.
Quanto a este segundo termo que também decidi usar, trata-se simplesmente de uma alusão à Tapada que os alandroalenses bem conheceram, ainda recordam e fazia parte do nosso imaginário infantil dado que havia por lá umas feiticeiras, duendes e fantasmas que serviam às mil maravilhas aos nossos ricos devaneios infantis.
Adoptei o título porque estes devem obedecer a algumas regras indispensáveis da comunicação: têm de ser assertivos e bastante apelativos. Explicada a razão, vou ainda acrescentar que um destes dias mudarei novamente.
Estou, aliás, já a pensar num novo titulo que poderá muito bem ser «NEVE PRETA» porque, de facto, existe muita neve preta por cá e por essa Europa fora. E os poetas sabem-no melhor que ninguém.
Adiante.


       ii)          Estado das Coisas
Já todos reparámos que o fadário do Orçamento do Estado português para 2016 acabou mais uma vez por cair-nos no lombo. Como europeísta aceito que haja “regras europeias” decorrentes dos vários tratados aos quais estamos vinculados que devem ser observadas.
O que tenho muita dificuldade em aceitar é que seja «a farta burocracia europeia» da Comissão Europeia ( não eleita por ninguém ) com os seus burocratas tecnocráticos a ditarem as regras do jogo orçamental, de forma a roçar uma quase  intratável arrogância.
Dito de outro modo, os (nossos) interesses nacionais não têm que estar inteiramente subordinados a Bruxelas. Nem podem ser objecto de uma interpretação muitas vezes insensível e abusiva para impor politicas ideológicas perigosas e excessivamente neoliberais que, além disso, correspondem a interesses de outros países, de outras bancos e de outras economias muito mais fortes do que a nossa.
É uma logica infernal que teve e tem, aliás, também cobertura cá dentro e que é preciso alterar para mudar a vida das pessoas e da sociedade. Este modelo de integração europeia na União Europeia  onde uns continuam servos e outros gananciosos senhores não serve porque agrava os desequilíbrios europeus que já não são poucos.
Se repararem bem quem anda a mandar no mundo são os poderes não democráticos. É o caso do FMI, do BCE, da Comissão Europeia, das tais agências de rating. 
Os governos nacionais mandam cada vez menos. Ao que acresce o facto de uns serem mais seguidistas do que outros. Comparem as posições de Passos Coelho com a de António Costa e vejam quem é que deve ser apoiado.
Relativamente ao poder crescente e autoritário de certos estados na União Europeia, não é nada que não se soubesse há bastante tempo. O pior é que, nos tempos actuais, o problema tem tendência a agravar-se sem que novas lideranças politicas consigam travar esta corrida para o abismo. 
E se é uma questão de novas Lideranças procurem-se porque pode acontecer que elas existam mesmo entre as gerações mais novas. Basta olhar para Espanha…
A Europa (e Portugal) não podem ser egoístas, cheios  de castas e de privilégios para uns tantos. A Europa ou é das Luzes e da Democracia… e de apoio aos Refugiados ou, então, dando ou não dando por isso, estamos mais uma vez a cavar e a tolerar novos formas de desumanidade que se virará contra nós. Como foi acontecendo, sem apelo, ao longo do século passado.   

    iii)              Estado da Terra
Se há coisas que  agradam no Alandroal é o facto de não ser uma terra de muitas rotundas daquelas que foram moda gastadora em tudo quanto era país. Assim como nos agrada o facto de não haver a febre da construção em altura. Digamos que «o casco histórico» da Vila, se bem que mal conservado permanece fiel à sua própria história arquitectonica.
Onde as coisas já deviam ter começado a mudar porque começa a fazer-se turisticamente tarde é, em dois ou três aspectos, que vou mencionar sucintamente até porque as verbas do FAM sabe-se que também podem servir para investir nisso mesmo.
Sem mais delongas, repetimos que o Alandroal anda a precisar de ver os seus Fontanários recuperados. Precisa de um Parque Verde de Diversões. Assim como se impunha a criação de uma Área Verde envolvente da Vila.
Ah, e se vier a ser possível (como espero) também devia ser criada a tal Ciclovia no perímetro da Vila. Para os mais novos bicicletarem … e os velhos poderem passear. A saúde publica agradecia. 
  
 Vamos esperar. Até porque,2017, está ao virar da esquina! 

                  António Neves Berbem
                     (4 Fevereiro de 2016)


DELIBERAÇÕES TOMADAS NA ÚLTIMA REUNIÃO DA C.M.A.


IMPRENSA REGIONAL HOJE




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

         Homenagem do Al Tejo a Domingos Maria Peças

                       ( hoje a cargo do Rufino Casablanca)

                               Abraham Lincoln – um filme
 Abraham Lincoln, Franklin D. Roosevelt e John F. Kennedy são, talvez, os mais conhecidos presidentes dos Estados Unidos da América. E muito embora discordemos desse conceito, já que achamos que apenas  o primeiro cabe nessa opinião, o segundo e o terceiro (continuamos nós a achar) foram ultrapassados por outros  presidentes que  marcaram mais profundamente os destinos daquele país. A verdade é que não queremos deixar de comentar os filmes que visionámos recentemente e que pretendem contar-nos um pouco da vida destes três homens. São filmes que não passaram no circuito comercial em Portugal, não se encontrando, portanto, legendados em português. São filmes oriundos duma área de cinema independente dos Estados Unidos, realizados já há alguns anos, e completamente fora dos processos de produção de Hollywood. De referir que no filme que hoje nos interessa, e que diz respeito a Abraham Lincoln, todos os actores e actrizes são amadores, assim como o resto das funções são da responsabilidade de alunos do curso de cinema da Escola de Groton, Massachusetts,. Apenas por interesse suplementar, este filme foi passado durante o Festival de Cinema Amador de Montreal, no Canadá, em 1954, tendo recebido uma Menção Honrosa.


 Ano de Produção: 1953
País de Origem: Estados Unidos da América
Idioma: Inglês
Realização: Gustavo Menendez
Argumento: Gustavo Menendez e Berrit White
Música: --------
Elenco: James Conwey, Kathryn Noizet --------

Penúria de meios de realização é a primeira coisa que salta à vista quando vemos as primeiras imagens deste filme. Durante todo o filme, que dura cerca de noventa minutos, essa penúria é evidente. Aquela rapaziada bateu-se com uma clara falta de dinheiro, …. e no entanto, …. no entanto, …. achámos o filme interresante. Não que nos deslumbrasse a interpretação dos artistas – até eram bastante toscos – não que ficassemos presos a primores da realização – por acaso bastante básica – e a música é praticamente inexistente: uns sons sempre agudos demais para os nosss ouvidos. Enfim, tinha todos os condimentos para ser considerado uma lástima senão fosse o argumento. E mesmo este não é brilhante. É uma história contada de trás para diante, sem qualquer interrupção analítica sobre a vida de Lincoln e as contingências que fizeram do homem o presidente americano mais famoso de sempre. A verdade verdadinha é que o argumento espatifa a reputação de Lincoln.
É verdade que algumas das coisas o filme nos conta, já nos tinham chegado por via doutros escritos. É verdade que já nos tinha chegado a versão de que aquele homem não era o poço de virtudes que todos exaltavam.
O filme começa por nos mostrar a Convenção do Partido Republicano, realizada em Chicago, em Maio de 1860, convenção em que Lincoln é escolhido para representar o partido nas eleições de Novembro. Assim foi escolhido este advogado, nascido no Kentucky e estabelecido no Ilinóis. Este homem, reflectido e bem falante, verdadeiro “self-made-man”, chegou à nomeação pelo Partido Republicano para presidente dos Estados Unidos, sem nunca ter referido se era ou não a favor da emancipação dos negros. Isto num país que estava à beira de uma sangrenta guerra civil, exactamente por causa da escravatura. Aliás, como o filme também mostra, a cena política norte-americana estava claramente fragmentada. O Partido Democrata apresentou dois candidatos: um nortista, outro sulista. E ainda um outro partido, com grande implantação na altura, o Partido Constitucional da União, apresentou também um candidato.
Finalmente em 6 de Novembro de 1860, Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos, por margem tangencial. Estes são os factos históricos facilmente confirmáveis, mas a questão é que o filme a que nos referimos não se limita a factos históricos já conhecidos.
E desde que o homem toma posse, até à sua morte, o presidente Lincoln é apenas um saco de pancada. Chega a ser dito que teria preferido a derrota do Norte durante a Guerra da secessão. O 16.º presidente dos Estados Unidos da América, que entre a sua eleição em Novembro de 1860 e a tomada de posse em Março de 1861, vê metade dos estados da União separarem-se dos estados nortistas e iniciarem uma guerra que duraria cinco anos e faria mais de um milhão de mortos, acaba por ser assassinado por um actor quando assistia, exactamente, a um espectáculo teatral.
Nós, que sentimos por Lincoln uma grande admiração, sentimos também que a sua memória foi muito maltratada neste filme. Daí que não se recomende.

Rufino Casablanca
Monte do Meio, 12 de Maio de 1995      


    

INFORMAÇÕES DA C.M.A:

                                                          CULTURA E LAZER



                                                                   CINEMA


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM


                                                 A Ideologia da demagogia

Quarta, 03 Fevereiro 2016
O braço de ferro entre a comissão europeia e o governo português a propósito do orçamento de estado, revela duas coisas incontornáveis.
A primeira é que o país do facilitismo ainda não percebeu que não há almoços grátis. Ou seja, a defesa de mais défice significa mais dívida. Por isso, o vencimento das propostas do governo liderado por António Costa, terão como resultado o aumento dos impostos para fazer face ao aumento das despesas propaladas.
A segunda é colateral da primeira, e, não se trata de uma questão de fé. Um país que seja obrigado a manter a carga fiscal em valores elevados, como é o caso do nosso, em muitos dos impostos em vigor, sejam diretos, como dos indiretos, afastará indubitavelmente o investimento. Sobretudo o investimento estrangeiro. E, sem investimento não há emprego. É assim. E, não é ficção. Ficção será pensarmos ou defendermos que as dívidas dos Estados são perpétuas, como alguém quis fazer crer.
No entanto, o país necessita há muito de reformas estruturais. Embora a palavra reforma esteja gasta de tanto ser usada. Neste particular, ninguém está imaculado. Tanto os que pretendem a mudança, como aqueles que a utilizam para nada fazerem. Há consenso no país na proclamação de reformas. Mas, infelizmente, estou convencido de que existe uma maioria significativa de portugueses que estará do lado da inercia e contra a mudança dos paradigmas existentes.
Na verdade, quando o anterior primeiro-ministro Passos Coelho se referia, reiteradamente, de que o país necessitava de alterar os seus poderes de facto. Não era sem fundo. Nem uma questão de teimosia. O certo é que o Estado português consome muitos recursos financeiros, acima daquilo que produz. Como consequência há défice e dívida. Existindo, por isso, despesa pública muito elevada e insustentável.
Ora, uma de duas. Ou a despesa pública se adequa às receitas que o país gera, por força dos impostos que arrecada ou, então, teremos o fim sobejamente conhecido. Isto é, o descontrolo será a regra das contas públicas e a banca rota será o resultado. Por isso, o governo deverá afastar-se da defesa demagógica, de que as regras orçamentais são uma questão ideológica defendida pelos burocratas de Bruxelas e pautar as suas políticas enquadradas pela realidade económica e financeira de um mundo cada vez mais globalizado.
José Policarpo

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

DIVULGAÇÃO C.M.A.

              DESPORTO 
                                Passeio BTT Montejuntos
Decorreu no dia 31 de Janeiro o Passeio de BTT de Montejuntos, Organizado pela câmara municipal em conjunto com a junta de freguesia de Capelins, e, com a participação dos três clubes de BTT do concelho, Aranhóis do Asfalto BTTeam, BTTeam Lucifecit e Sacaios BTT.
Com cerca de meia centena de participantes, ao longo 35 km percorremos as belas paisagens da freguesia de Capelins muito tempo com o Alqueva à vista. A câmara municipal agradece a todos os participantes o seu contributo para o sucesso deste evento.


GASTRONOMIA


        

AMANHÃ A MINA PRESTA HOMENAGEM AO SEU PADROEIRO


LEMBRAM-SE ?

                                                    Foi Sucesso na Rádio CÁ-TÁ


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


Terça, 02 Fevereiro 2016 
Com Presidente novo a preparar a posse depois de uns longos cinco anos, quatro dos quais com um Governo, uma maioria e um Presidente da mesma cor, todos sob a capa rota de um alegado rigor, o que só agora vai sendo tornado público apesar de já todos sentirmos há muito o ar a passar por entre os furos, aqui vem uma crónica que, como tinha anunciado, se socorre novamente do conselho de Vergílio Ferreira «Afirma com energia o disparate que quiseres, e acabarás por encontrar quem acredite em ti.».
Torna-se curioso e interessante assistir, no actual contexto, à argumentação de uma esquerda que, por muito que se divida, quer-me parecer que se se continuar a radicalizar, arrisca a nunca mais sair como candidata credível para governar. Nem como parceira de uma equipa em que os princípios que os unem se fragilizem por reforço de outros, que os separem, tantas vezes bem pouco relacionados com o bem-comum e muito mais com determinada clientela (uma coisa comum à esquerda e à direita, aos de cima e aos de baixo). Mas dizia: se é interessante ouvir a argumentação das esquerdas, tem sido confrangedor assistir às intervenções em vários lugares e através de diversos meios de ex-ministros. E é claro que se nota ainda muito mais no discurso de quem é oposição.
Acautelem-se, pois, os que usam as palavras como ferramenta ou instrumento das suas funções, porque elas têm de começar a recompor-se em discursos em que a realidade não se adapta, nem à força, ao discurso quando este se parece muito com os lugares do lazer, do entretenimento, da ficção ou do inábil lugar-comum. Eu acrescentaria ao divertido conselho de Vergílio Ferreira que, actualmente, será preciso procurar muito mais para encontrar um crente no disparate. É que eu ainda tenho esperança que a tendência do percurso desta nossa Humanidade, e portanto a reflectir-se no comportamento das novas gerações ou dos que as têm sabido acompanhar (porque os há e aqui ao pé de nós), se nos faz mais distraídos com outros assuntos para lá da governação, faz-nos menos dados a confiar, quando somos chamados a intervir, no que pareça ser próprio de outra esfera diferente da desta séria matéria.
Mas vamos continuando a acompanhar o que faz quem nos governa e quem se lhe opõe, agora que as campanhas terminaram, as câmaras da televisão e os microfones regressaram das arruadas. Façamo-lo com espírito crítico, imaginando-nos nos sapatos de quem tem responsabilidades, sejam elas na governação ou na oposição, sem deixarmos de olhar o mundo e o futuro com os nossos próprios olhos, ou melhor com as nossas celulazinhas cinzentas que, como dizem alguns, “Deus nos deu”.

Até para a semana.