terça-feira, 21 de Outubro de 2014

ÚLTIMA HORA


                          Notícia Rádio Campanário que pode consultar clicando AQUI 

INFORMAÇÃO DA C.M.A.

Alandroal acolhe Jornadas Europeias do Património

A Câmara Municipal de Alandroal em parceria com a Junta de Freguesia de Evoramonte e a Aldeias Históricas de Portugal prepararam para o próximo dia 25 de outubro umas jornadas dedicadas à descoberta da salvaguarda do património monumental. A iniciativa está subordinada ao tema “Castelos e Fortalezas” e decorre nas duas localidades, Alandroal e Evoramonte, constando do programa um seminário referente ao tema, para além das visitas à Fortaleza de Juromenha e aos castelos das referidas povoações.
O evento é aberto ao público assegurando a organização transporte para as deslocações.




CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


                                            Auctoritas

Terça, 21 Outubro 2014 09:54
Hoje apeteceu-me o latim. Eu sei, eu sei que isto é coisa lida e escrita por uma infinitesimal parcela da população mundial, nas universidades e nos seminários, de que ainda ouvimos por vezes ecos nas barras dos tribunais.
Mas isto também não quer dizer que a cronista, uma quase leiga nesta matéria, possa pensar que as e os ouvintes ou leitores da Diana FM se assustem com este ressuscitar do latim. (Se chegaram até aqui…) Uma língua de que os latinistas não aceitam, lá com as fortes razões que lhes assistem, a morte. E descambar assim a pena, que é como quem diz a tecla, para o latim não deixa de ser uma homenagem a estes estudiosos de uma língua tão imperial. A palavra escolhida, e o conceito que se lhe aplica, foi auctoritas.
Este termo não é traduzível e a portuguesa "autoridade" é apenas uma parte do significado da palavra latina. Da auctoritas também se trata, por exemplo, na literatura para se falar de textos muito antigos em que procurar-lhes a autoria não é questão de encontrar o indivíduo que teria feito o texto, mas os modelos que imitava, digamos assim, e que assumiam desta forma, enquanto auctoritas, a paternidade textual, sendo por isso aceites como seguindo uma regra validada.
A palavra auctoritas deriva, aliás, de auctor, que não o que é construtor mas antes o que inspirou a obra. Na base está um verbo que significa aumentar, desenvolver, fazer crescer, tornar mais forte alguém ou alguma coisa, pelo que aauctoritas, no seu sentido etimológico, tem a ver com exemplaridade, modelo, prestígio ou conselho. Auctor é assim o que promove com o seu exemplo e conselho o bem de uma coisa. Tão diferente da sua banalização traduzida em autoridade e que se mistura obviamente com poder. E que, além do mais, é treslida quer por tantos que a exercem abusivamente, quer por outros tantos que a julgam preconceituosamente quando bem exercida!
E é, por isso, que uma semana passada sobre o aniversário de Hannah Arendt, uma filósofa política que muito fez avançar sobre os conceitos de totalitarismo, relembro hoje definições de autoridade que aparecem em qualquer enciclopédia e que recolocam o termo no seu lugar, para que a ação corresponda à palavra: a autoridade é uma capacidade de influenciar os outros graças a uma certa superioridade por estes reconhecida;  é o direito de dar uma ordem, de tal maneira que o comando seja obedecido sem que seja questionado tal direito; é o poder que é aceite, respeitado, reconhecido e legitimado.
No direito romano, e para regressar ao latim, é definida por auctoritas uma certa legitimação socialmente reconhecida, que procede de um saber e que se outorga a alguns cidadãos. Exerce a auctoritas uma personalidade, ou instituição, que tem capacidade moral para emitir uma opinião qualificada sobre uma decisão. E se bem que tal decisão não seja vinculativa legalmente, nem possa ser imposta, tem um valor de índole moral muito forte. Parece mais difícil do que apenas dizer «quem manda aqui sou eu!».
Claudia Sousa Pereira

POEMA ILUSTRADO DA LISETTE


RESUMO DE NOTÍCIAS REFERENTES AO ALENTEJO

Mais de 9.500 pessoas visitaram a sexta edição do evento “Grande Prova Mediterrânica – Azeites e Vinhos do Alentejo”, que aconteceu nos dias 17 e 18 de outubro no CCB, e que contou com a presença de 40 azeites e mais de 400 vinhos do Alentejo, de um conjunto de 94 produtores.

A Universidade de Évora acolhe até sexta-feira a reunião semestral do European Bird Census Council, uma organização europeia responsável pela promoção e coordenação de programas de monitorização de aves no espaço europeu.

O PS de Évora aprovou uma proposta de deliberação para aplicar uma amnistia aos militantes com quotas em atraso e abolir a norma estatutária que os impede de votar em eleições internas.

 A Santa Casa da Misericórdia de Borba irá inaugurar no mês de novembro um pavilhão multiusos integrado na "Aldeia Social" da instituição.
Segundo avança a  Rádio Campanário em primeira mão,  este pavilhão irá ser inaugurado no próximo mês de novembro, pelo Presidente da Republica, Aníbal Cavaco Silva

Arrancou o Festival de Curtas Metragens de Évora. A edição deste ano do FIKE realiza-se até sábado, em Évora e Beja, e vai contar com 39 filmes de 16 países em competição. Os filmes em competição abrangem as categorias de ficção, documentário e animação e são oriundos da Polónia, Israel, Irão, Iraque, Roménia, Itália, Letónia, Estónia, Suíça, Holanda, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Espanha e de Portugal.

IMPRENSA DO ALENTEJO









segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

AL TEJO APLAUDE E FELICITA

Mais uma vez gente da nossa terra conseguiu encher por completo o nosso bonito Forum. 
Tratou-se de um Recital de Bandas Sonoras a cargo de um trio composto por José Leitão, Fernando Arce e Hans Zimmer, que interpretaram musica dos filmes: Piratas das Caraíbas, Gladiador, O Último Samurai, Pearl Harbour, Missão Impossível, entre outras.

José Leitão, um filho da terra, que se tem vindo a afirmar no mundo da musica, teve assim a oportunidade de verificar o quanto carinho e admiração os seus conterrâneos lhe dispensam.

Via Rádio Campanário aqui lhes deixo um apontamento, da reportagem fotográfica, no qual se dá a conhecer José Leitão, a Família, e um aspecto da assistência.

Aconselhamos que não perca clicando AQUI, a notícia, as entrevistas e toda a reportagem fotográfica a cargo da R.C.






Nota do autor: Para saber mais coloque o ponteiro do rato sobre as imagens.
Também sobre os carateres a vermelho.

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE PELA RÁDIO DIANA/FM

             Bruno Martins - OE2015

Segunda, 20 Outubro 2014 08:26
O Governo PSD/CDS apresentou o seu último Orçamento de Estado da legislatura que lideraram. Os orçamentos apresentados, incluindo os rectificativos, deixam bem patente a linha governação imposta: a destruição do Estado Social (Escola Pública, Serviço Nacional de Saúde e Proteção Social) e o fanatismo ideológico que procura aumentar o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, matando a classe média com aumentos brutais de impostos, e protegendo continuamente os mais poderosos, de que a banca e os banqueiros são exemplo.
O Governo impôs, desde 2011, mais de 20 mil milhões de euros em pacotes de austeridade, e com eles não controlou o défice, conseguindo a proeza de aumentar a dívida pública portuguesa em cerca de 40% do PIB durante o período da sua governação. Para que serviu tanta austeridade? De que nos serviu o programa de assistência financeira internacional? A nós, povo, só nos prejudicou, mas a agenda de destruição ficou mais facilitada.
O Orçamento de Estado para 2015 não traz grandes novidades, continua a constituir uma previsão esmagadora para os portugueses.
Desde logo, é um Orçamento completamente irrealista, porque prevê um crescimento (1,5%) inalcançável tendo em conta as políticas subjacentes, assim como um aumento das exportações (4,7%) e diminuição do desemprego (2%) impossíveis de concretizar.
De resto, é um Orçamento que não aposta em qualquer investimento público, impedindo o crescimento da economia e do emprego, além de representar um reforço da carga fiscal a abater-se sobre os portugueses (mais dois mil milhões de euros).
O subfinanciamento nas áreas da Educação, Saúde e Justiça continuará a ser uma realidade, assim como a redução dos apoios sociais.
O aumento das pensões mínimas prometido é, no mínimo, revoltante. Aumentar em 2 euros estas pensões é uma ofensa a todos aqueles que contribuíram toda uma vida para o desenvolvimento do nosso país.
Enfim, é o fim anunciado de um Governo que se revelou desastroso a todos os níveis. E o futuro de Portugal? Queremos mesmo preparar-nos para uma desilusão tipo Hollande? Queremos mesmo a aplicação da austeridade fofinha?
Até para a semana!

domingo, 19 de Outubro de 2014

DESPORTO NO FIM DE SEMANA - RESULTADOS

FUTEBOL

Distritais de Évora

Divisão de Elite
Lavre 1 – Lusitano 3
Borbense 3 – Oriola 3
Cabrela 2 – Perolivas 4
Escoural 0 – Juventude 6
Calipolense  1– Viana 2
Monte Trigo 2 – Redondo 1.

Divisão de Honra
Estremoz 1 – Canaviais 2
Valenças 3 – Fazendas 0
Outeiro 2 – Santana do Campo 0
Arraiolos 1 – Corval 0
Portel 3 – Alcáçovas 1.

Preparação 1ª Divisão
Canaviais B 4 – Aguiar 4
Montoito 3 - Giesteira 1
Vendas Novas 6 – S. Romão 1.

Benjamins – Fu t 7 – Série D
Terena 0 – Borbense 2
Infantis Fut 7 – Série D
Borbense 6 – Terena 2.

INATEL

Distrital Grupo B -  1ª Fase
Bairrense 0 – S. Domingos 0
Bardeiras e Vimieiro 0 – Alandroal United 3
S. Bento Ameixial 0 – Pardais 2

Série C
Foros Fonte Seca 2 – Monsaraz 2
Santo António Baldio 0 – Mina do Bugalho 1
Machedense 4– Mouranense 0.

Taça de Portugal – Equipas Alentejanas
Moura 0 – Vitória Guimarães 2
Paços Ferreira 4 – Atletico Reguengos 0

FUTSAL

2ª Divisão - Série F
União de Montemor 1 - Rabo de Peixe 3



HOMENAGEM AOS PIONEIROS DO CINEMA AMBULANTE – ESPECIAL DOMINGOS MARIA PEÇAS

AFINAL …NÃO É SÓ DESEJO DE ALGUNS (ISTO DO QUERER MAMAR JÁ VEM DE HÁ MUITO TEMPO).


DIVIRTA-SE



JÁ VIU E OUVIU ? ENTÃO DIGA-NOS LÁ SE MUITOS NÃO PRECISAVAM DESTA COISA?


                                                SABE O QUE É ? E PARA QUE SERVE?

BARBILHO PARA CHIBOS – Utensílio a ser introduzido na boca dos chibos e a ser atado com um cordel, atrás das orelhas. Assim se evita que eles mamem até a mãe ser ordenhada. Depois retira-se para eles mamarem e volta a ser colocado. Deste modo, os pastores conseguem ter sempre leite para fabricar os queijos.
Discrição de Hernâni Matos

POESIA POPULAR DOS POETAS DO CONCELHO DO ALANDROAL

                                      HOJE A CARGO DO COLABORADOR VITOR PISCO 

                                                                           AMORAS




                                                                  Lindas amoras silvestres
                                                                  Como rosas delicadas
                                                                  Têm espinhos agrestes
                                                                   Airosas e perfumadas 

I
Da vereda à barreira
Avistam-se nos silvados 
Nos castelos dos montados
Quer a brava da roseira
Quer a flor de romaneira
Mas as roseiras campestres
Vistas em estradas pedestres
Nascem em bruto da terra
Vejo também lá na serra
Lindas amoras silvestres

                                                                              II
                                                             Para pássaros petiscos
                                                             E quem cozinha com arte
                                                             Faz do fruto bela tarde
                                                             Mas cuidado com os picos
                                                             Que estas têm dois bicos
                                                             E com mãos aligeiradas
                                                             E umas botas bem calçadas
                                                            Ter atenção ao espinho
                                                             E apanha-las de mansinho
                                                            
 Como rosas delicadas

III
Aí está um segredo!
Com a cesta sempre à mão
Para não caírem ao chão
Também ter algum cuidado
Ter um gancho em pau atado
Mas olhem que frutos estes?
Que tem de passar por testes
Quem os quiser amanhar
Pois estes podem picar
Têm espinhos agrestes

                                                                                  IV
                                                                     A silva é um arbusto
                                                                     Que dá nome a muita gente
                                                                     Apelido de valente
                                                                     Português nobre e robusto
                                                                     Mas a ela a muito custo
                                                                     Chegam às suas pernadas
                                                                     Sempre airosas e armadas
                                                                     Para as amoras comer
                                                                     E também rosas colher
                                                                     Airosas e perfumadas

Vítor Pisco
17/10/2014