Domingo, 26 de Maio de 2013

A TORRE SINEIRA DA NOSSA IGREJA MATRIZ VESTIU ROUPA NOVA



FUTEBOL


Nacional da 3ª Divisão Série F

Zona Subida
Esperança de Lagos 2 – Moura 2
C.F. Vasco da Gama  1 – União de Montemor 4
Juventude 3 – Atlético de Reguengos 3

Se na jornada anterior o União havia garantido a subida à 2ª Divisão, nesta jornada e, faltando ainda uma, sagrou-se Campeão da 3ª Divisão  Série F

Zona Apuramento
Monte Trigo 5 – Sesimbra 2
Castrense 1 – Aljustrelense 0
Lusitano V.R.S.A. 1 – Lagoa 1.

Distrital de Juniores
Estrela de Vendas Novas – Rosário

Distrital de Iniciados
Portel 4 – Terena 0 

Distrital de Benjamins
Santiago Maior – Lusitano B
Juventude – Terena -  a realizar dia 28

PARTICULAR

Vila Boim – São Brás dos Matos

FUTSAL

Nacional da 3ª Divisão Série D

Sassoeiros 7 – União de Montemor 3

TANTA ESTUPIDEZ!!!!

O presidente do BES, Ricardo Salgado, disse na sexta-feira que os portugueses “não querem trabalhar” e que preferem viver à sombra do “subsídio de desemprego”.

Ricardo Salgado, presidente do BES, falava ontem durante a apresentação do Alqueva e das suas potencialidades a investidores estrangeiros. Quando o assunto foi a falta de trabalhadores portugueses nos campos do Alentejo, Ricardo Salgado foi peremptório: “os portugueses preferem ficar com o subsídio de desemprego”.
Mas para não deixar os investidores nervosos com uma possível falta de mão-de-obra, Salgado garantiu que esse não é um problema pois “se os portugueses não querem trabalhar e preferem estar no subsídio de desemprego, há imigrantes que trabalham alegremente, na agricultura, e esse é um factor positivo”.
Também para João Basto, da Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva, “não faz sentido num País com elevados números de desemprego, que exista este desencontro entre a oferta e a procura”, referindo-se ao grande número de imigrantes que se encontram actualmente a trabalhar na agricultura, no interior do País.

(PRECISAVAS ERA DE LEVAR NAS TROMBAS COM UM GATO MORTO ATÉ QUE ELE MIASSE)

CANTINHO DA SAUDADE

ALFREDO MARCENEIRO

UM ESTUDO ANTIGO SOBRE A VILA DO ALANDROAL – Por Luís Faria – 1981

(Continuação)
Penso que a construção da cadeia tapou a então existente porta de comunicação com o exterior, obrigando a escavar o corredor na espessura da torre. Nesse caso estaríamos perante um sistema de porta com torre avançada, e o espaço em ângulo recto do corredor de comunicação teria sido dividido em dois andares e aproveitado para celas da cadeia,




Corredor que atravessa a torre da cadeia

A torre da cadeia, vista do exterior e da praça de armas

Apresento três razões para esta sugestão, embora só uma sondagem do local permita tirar conclusões: nas descrições do século XVIII já citadas, e que são anteriores à construção da cadeia, diz-se que a lápide atrás referida está “sobre a porta que fica para nascente” (A posição da lápide pode, contudo ter sido alterada), e todas as outras lápides estão correctamente localizadas. Em segundo lugar, na vista do lado sul de Duarte Darmas, a posição da porta coincide com a hipótese avançada, e a planta, confusa nesta zona, mostra uma porta a abrir na mesma direcção. Por último, a única porta do castelo que apresenta um arco de tijolo em vez de pedra é a que penso ser a porta aberta, devido à construção da cadeia, na face da torre virada para a praça.
A zona da torre da cadeia ao nível do adarve estava em 1943 coberta por um telhado que foi retirado ao mesmo tempo que se desobstruíram as portas e janela. Esta, de mármore com arco ultrapassado, tem um alfiz de 88 cm de largura por 80 cm de altura, o que dá uma proporção de 1:0,91 (existe uma evolução na proporção do alfiz dos arcos muçulmanos, desde a porta de S. Estêvão da mesquita de Códova (1:0,7) até aos da Giralda (1:1,03), descrita em Afonso Jimenez Martin, La Mesquita de Almonaster, Huelva, 1975, pag.38)

Janela junto à torre da cadeia

Posição da janela. O telhado da cadeia, em primeiro plano, esconde a lápide nº 5


Interiormente, nota-se na porta e na janela um pormenor construtivo, repetido noutras torres do castelo, que é o arco de tijolo com fecho de pedra. Encontrei disposição na mesquita de Almonaster (Helva), e Jimenez Martin dá notícia do mesmo sistema em S. Salvador de Toledo, na mesquita de Niebla e na almenara de S. João de Córdova

Porta de acesso à torre da cadeia

(Continua)

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

TARDE DE CULTURA

                        Manuel Alegre - Joseia Matos Silva - João Morales - Teresa Cuco - José Brás
         Foi muito bom ouvir falar sobre o Alentejo, as suas gentes,o seu cante e o seu montado


      Beber as palavras de Manuel Alegre a propósito do seu novo livro "Tudo É  e não É"


                 Carlos Pinto Sá - Almeida Faria - João Luís Nabo - Pedro Mexia - Vitor Guita
                            Foi bonito ouvir quem  sabe, dissecar sobre a Obra de Almeida Faria.
                                   O pensamento e a obra de Almeida Faria explicadas pelo Autor.

Fotos e legendas de F. Tátá

CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS - CICLO DO CINEMA PORTUGUÊS

No Cine-Clube Domingos Maria Peças, iniciamos hoje um ciclo dedicado ao cinema português dos anos sessenta. Assim, nas próximas seis semanas, pontualmente às sextas-feiras, aqui falaremos do cinema que em Portugal se fez na referida década. Devemos esta amabilidade à nossa antiga colaboradora, Eveline Sambraz que, mais uma vez, nos enviou os comentários e críticas da autoria de Rufino Casablanca.
Para ela vão os nossos agradecimentos.
Chico Manuel

Cinema Português
                                  “ Os Verdes Anos “


Um dos mais destacados críticos de cinema portugueses, Jorge Leitão Ramos de seu nome, disse, em certa ocasião, que quando era adolescente e começou a interessar-se por cinema, sentia sempre uma enorme curiosidade por saber mais pormenores sobre os filmes que acabava de ver. Queria saber mais coisas sobre os filmes que lhe despertavam a atenção e sobre as pessoas que os faziam. Pois bem, nestas páginas amadoras, de conversas sobre cinema, também sempre procuramos alguns motivos de interesse que ultrapassem a simples exibição de uma fita. Procuramos despertar a curiosidade de quem, um dia, por absoluto acaso, vier a ler estas linhas, para os filmes que agora nos interessam a nós. Confessamos que o cinema português nunca esteve no cimo das nossas preocupações. Muito mais nos interessou o cinema italiano (sobretudo o cinema italiano dos anos quarenta e cinquenta) e, naturalmente, o cinema americano de ontem e de hoje. Também tivemos muita curiosidade pelo cinema francês do tempo da nouvelle vague. E do cinema alemão de antes da guerra.
O cinema português passou um pouco ao lado das nossas preferências. Injustamente, devemos confessar. A verdade é que se realizaram muitos filmes interessantes durante os anos sessenta e princípio dos anos setenta. Sobretudo no âmbito do que se convencionou chamar o «Novo Cinema Português».
Chegámos ao filme “Os Verdes Anos“ através da música do Carlos Paredes. Não é segredo para ninguém que a nossa actividade profissional se situa no meio musical. Estes devaneios de escrita, sobretudo estes escritos sobre cinema, não passam disso mesmo, devaneios de escrita. Ainda assim, ou precisamente por  assim ser, envergonhados da confissão que fazemos, não sabíamos que a extraordinária melodia de Carlos Paredes para guitarra portuguesa, foi expressamente composta para servir de fundo musical a este filme. Foi numa pesquisa sobre a música de Carlos Paredes que viemos a saber o porquê da existência de um filme e uma belíssima melodia com o mesmo nome: “Os Verdes Anos” se chamou o filme e por “Verdes Anos” ficou conhecida a composição deste extraordinário músico e compositor.

« Os Verdes Anos »
País de Origem: Portugal
Ano de produção: 1962
Realização: Paulo Rocha
Produção: António da Cunha Telles
Argumento: Paulo Rocha c/ colaboração de Nuno Bragança
Música: Carlos Paredes


Elenco: Isabel Ruth, Rui Gomes, Paulo Renato, Ruy Furtado, Carlos José Teixeira....
O enredo do fita é muito simples: Júlio, aprendiz de sapateiro, namora Hilda, uma jovem criada de servir. O filme passa-se na Lisboa cinzenta, tristonha e vagarosa do princípio dos anos sessenta. Após uma série de mal entendidos, instala-se entre ambos um clima de desconfiança e ciúmes que leva a um final trágico. Pela primeira vez as classes mais humildes entravam no cinema português não sendo serem tratadas com paternalismo, como pobretes mas alegretes. Tinha passado o tempo em que as meninas pobres, mas prendadas e bonitas, encontravam o amor e a felicidade junto do fidalgo rico, ou junto do filho de boas famílias, finais tão do agrado dos velhos realizadores e, porque não dizer, do regime que nos governava. A este tipo de cinema se convencionou chamar «O Novo Cinema Português».
Mas tudo isso teve um custo. Nada foi de borla. O então jovem António da Cunha Telles, aventurou-se a produzir este filme sem subsídios. Em 1963, também sem subsídios, produziu “Belarmino”. E em 1964, atreveu-se, nas mesmas condições, a produzir “O Crime da Aldeia Velha”. É claro que no ano seguinte abriu falência. O público não afluiu às bilheteiras para ver este novo tipo de cinema. Talvez não estivesse preparado para isso. Achamos que nós, portugueses, tínhamos sido mais treinados para umas comédias ligeiras, umas cantigas também ligeiras e talvez uns milagres de Fátima. Para além do futebol, é claro.
Este filme ganhou prémios em Locarno, Itália (1964); em Acapulco, México (1965); e uma Menção Honrosa em Valladolid, Espanha (1965). Ficou-nos também a música do Carlos Paredes que, neste filme, e ainda segundo Jorge Leitão Ramos, foi acompanhado pela viola do Fernando Alvim.

Rufino Casablanca    Monte do Meio – Dezembro de 1990

“MACACADAS”


Miguel Sousa Tavares : Ao Presidente da República, Cavaco Silva, chama “palhaço”, e ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, “grau zero da política”.

Lobo Xavier: Há conselheiros do Estado que não têm categoria.

Correia de Campos CDS na mira do PS para coligação, PSD só com "revolução interna"

O presidente do Tribunal Constitucional (TC), Joaquim Sousa Ribeiro, manifestou o seu desagrado em relação ao discurso de Passos Coelho durante a reunião de Conselho de Estado e deixou no ar o aviso de que poderá haver novos chumbos.


UM ESTUDO ANTIGO SOBRE A VILA DO ALANDROAL – Por Luís Faria – 1981

(Continuação do dia anterior)
Por outro lado, na Idade Média as muralhas eram um sinal de prestigio. E toda a povoação que se prezava devia ostentar as suas. Penso que este factor também influiu na iniciativa do concelho, como transparece da referencia ao castelo de Vila Viçosa, ao se dizer que “ a de seer o muro tanto come o castelo de Vilauiçosa”. ( Existiu rivalidade entre as duas vilas, hoje mais esbatida, chamando os de Vila Viçosa “marroquinos” aos do Alandroal, que os conhecem por “libatos”. Embora não soubessem explicar o significado da alcunha, é possível que derive de libata, grupo de casas de tribo africana.).
O documento contraria também a ideia expressa no Inventário Artístico de que “o seu [da vila] desenvolvimento só se verificou no reinado de D. Dinis, quando o mestre […] lhe edificou o castelo.”, antes descrevendo a obra como custeada pelos moradores e não encerrando. Pelo menos  naquela demarcação, a totalidade das casas da vila.
Com o número 3 assinala-se na planta uma outra lápide que a seguir se transcreve:

LEGALIN BI IL ILLALLA
E E DEUS SERÁ POR QUEN EL
FOR ESSE UENCERA EU MOURO C
ALUO FOI MAESTRE DEFAZER EST
E CASTELO DELANDROAL

Vale a pena transcrever o que sobre ela escreveu Leite de Vasconcellos: “ A primeira frase é uma sentença arábica visto que o mestre da obra era maometano. Tem notável o estar transcrita em letras portuguesas e creio ser isto entre nós caso único por ora […] disse –se David Lopes que le galibi il ikkállah, isto é , não vencedor senão Deus.
Acrescentarei que o elemento il que não entra na divisa do Rei granadino, talvez seja devido a erro lapicida, por causa do começo de ill”.
Os dicionários corográficos de século XVIII já citados e o texto do pároco Bento Ferrão dão notícia de outra lápida existente no canto da torre de menagem, com texto semelhante à anterior. Embora Túlio Espanca não a tenha encontrado, ela lá permanece. Indicada com o nº 4, aqui se transcreve;
B: ILA LLA: DEU
EUS: SERA: POR;
FOR: ESEUENCEP
OURO: FOI: MEES
ER: ESTE : CAST
LANDROAL

Parte da lápide está tapada pela parede da igreja, e a prmeira linha perdeu dois caracteres. Comparando o texto com o da lápide anterior, nota.se estarem ocultas sete colunas. Podendo a primeira linha ser
LA: GALIB: ILA: ALLA: DEU
O que confirmaria a ideia de Leite Vasconcellos.
O nome do mouro que foi “mestre de fazer” o castelo, mouro calvo é referido num inventário dos bens da Ordem feito em 1364 pelo provedor do mestrado, que achou no castelo uma “Arca que dizia que era de caluo”. É possível que se trate da mesma pessoa; para Leite de Vasconcellos este nome poderá ser desfiguração de nome arábico de fonética semelhante.
A penúltima lápide (numero 5) está colocada na torre da cadeia, e está hoje escondida dentro da cadeia construída no final do século XVIII . Tem gravada a cruz da Ordem de Avis e na parte inferior uma inscrição que diz “MOURO ME FEZ”.
Conforme se vê na planta, existe hoje um corredor rectilíneo ao longo da torre que, através de duas portas, estabelece comunicação entre a praça de armas e o exterior. Antes das obras de restauro de 1943-46, a porta exterior estava gradeada, e a interior tapada  por uma construção então existente na praça de armas. O restauro obstruiuPor outro lado, na Idade Média as muralhas eram um sinal de prestigio. E toda a povoação que se prezava devia ostentar as suas. Penso que este factor também influiu na iniciativa do concelho, como transparece da referencia ao castelo de Vila Viçosa, ao se dizer que “ a de seer o muro tanto come o castelo de Vilauiçosa”. ( Existiu rivalidade entre as duas vilas, hoje mais esbatida, chamando os de Vila Viçosa “marroquinos” aos do Alandroal, que os conhecem por “libatos”. Embora não soubessem explicar o significado da alcunha, é possível que derive de libata, grupo de casas de tribo africana.).
O documento contraria também a ideia expressa no Inventário Artístico de que “o seu [da vila] desenvolvimento só se verificou no reinado de D. Dinis, quando o mestre […] lhe edificou o castelo.”, antes descrevendo a obra como custeada pelos moradores e não encerrando. Pelo menos  naquela demarcação, a totalidade das casas da vila.
Com o número 3 assinala-se na planta uma outra lápide que a seguir se transcreve:

LEGALIN BI IL ILLALLA
E E DEUS SERÁ POR QUEN EL
FOR ESSE UENCERA EU MOURO C
ALUO FOI MAESTRE DEFAZER EST
E CASTELO DELANDROAL

Vale a pena transcrever o que sobre ela escreveu Leite de Vasconcellos: “ A primeira frase é uma sentença arábica visto que o mestre da obra era maometano. Tem notável o estar transcrita em letras portuguesas e creio ser isto entre nós caso único por ora […] disse –se David Lopes que le galibi il ikkállah, isto é , não vencedor senão Deus.
Acrescentarei que o elemento il que não entra na divisa do Rei granadino, talvez seja devido a erro lapicida, por causa do começo de ill”.
Os dicionários corográficos de século XVIII já citados e o texto do pároco Bento Ferrão dão notícia de outra lápida existente no canto da torre de menagem, com texto semelhante à anterior. Embora Túlio Espanca não a tenha encontrado, ela lá permanece. Indicada com o nº 4, aqui se transcreve;
B: ILA LLA: DEU
EUS: SERA: POR;
FOR: ESEUENCEP
OURO: FOI: MEES
ER: ESTE : CAST
LANDROAL

Parte da lápide está tapada pela parede da igreja, e a prmeira linha perdeu dois caracteres. Comparando o texto com o da lápide anterior, nota.se estarem ocultas sete colunas. Podendo a primeira linha ser
LA: GALIB: ILA: ALLA: DEU
O que confirmaria a ideia de Leite Vasconcellos.
O nome do mouro que foi “mestre de fazer” o castelo, mouro calvo é referido num inventário dos bens da Ordem feito em 1364 pelo provedor do mestrado, que achou no castelo uma “Arca que dizia que era de caluo”. É possível que se trate da mesma pessoa; para Leite de Vasconcellos este nome poderá ser desfiguração de nome arábico de fonética semelhante.
A penúltima lápide (numero 5) está colocada na torre da cadeia, e está hoje escondida dentro da cadeia construída no final do século XVIII . Tem gravada a cruz da Ordem de Avis e na parte inferior uma inscrição que diz “MOURO ME FEZ”.
Conforme se vê na planta, existe hoje um corredor rectilíneo ao longo da torre que, através de duas portas, estabelece comunicação entre a praça de armas e o exterior. Antes das obras de restauro de 1943-46, a porta exterior estava gradeada, e a interior tapada  por uma construção então existente na praça de armas. O restauro obstruiu as portas, e posteriormente impediu o acesso do exterior com uma parede de tijolo.
O corredor é mais largo junto à praça de armas, e está aí dividido em dois andares, havendo comunicação entre o superior e o edifício da cadeia por uma porta, na fotografia escondida pelo armário à esquerda. 


(Prossegue)

SUGESTÕES

DESTAQUE

VILA VIÇOSA


SEXTA-FEIRA - 24
Feira Quatrocentista (D. João II) – Os primórdios da epopeia
tragico-marítima e os preparativos para as grandes
descobertas de além-mar
18.00h – Cortejo de abertura com o Príncipe D. João II regressando da conquista definitiva de Arzila onde foi armado cavaleiro pelo seu próprio pai, El-Rei D. Afonso V.
19.00h – Por abdicação do monarca, o jovem Príncipe torna-se regente do Reino e é aclamado pelo povo. Notícias de que alguns fidalgos opositores à política de centralização do monarca são afastados ou eliminados.
20.00h – Comeres e beberes com sabores alentejanos nas tabernas  da Praça. D. Nuno.
21.00h – Danças, folguedos e apresentação de armas pelos calipolenses.
22.00h – D. João II envia Bartolomeu Dias por mar com a missão de contornar a costa africana enquanto a coragem e as forças lhe permitirem e envia Pêro da Covilhã, por terra, em demanda do Reino  de Prestes João.
23.00h – Espectáculo de Malabares de fogo sobre o anunciado  esposamento do Príncipe herdeiro com a Infanta Isabel de Castela.

SÁBADO 25
Feira Quinhentista (D. João III) – A consolidação territorial
das descobertas e os aportes económico-culturais
para a Europa
15.00h – Cortejo régio com El-Rei D. João III.
16.00h – Anúncio do tratado de Saragoça em que Portugal negoceia as Molucas com Espanha, adquirindo contudo novas colónias na Ásia - Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau. (Praça da República)
17.00h – Anúncio da chegada dos portugueses ao Japão em 1543 e do que aí se passou.
18.00h – São despachados os capitães donatários para o Brasil com cargos hereditários e a missão de defenderem as costas da terra de Vera Cruz das investidas piratas.
19.00h – Danças e folguedos com acrobacias e outras artes.
20.00h – Comeres saborosos e beberes sequiosos nas tabernas da Praça de D. Nuno.
21.00h – D. João III manda que se autorize a Inquisição no reino  de Portugal.
22.00h – Auto de fé em que alguns heréticos e cristãos novos são julgados e condenados.
23.00h – Com a morte de D. João III, tendo-lhe já morrido os 10 filhos que gerou, é anunciado o seu neto como herdeiro da Coroa Portuguesa e com tudo aquilo que se passou a seguir.
24.00h – Arruada de encerramento.

DOMINGO 26
Feira Seiscentista (D. João IV) – A restauração da monarquia
portuguesa e a ascensão da Casa de Bragança
13.00h – Temperos e petiscos nas tabernas e nas locandas
14.00h – Arruada de tambores pelas ruas de Vila Viçosa e anúncio da Revolução de 1640 com louvor aos 40 conjurados
15.00h –A aclamação pública de D. João IV de Portugal no terreiro do Paço de Vila Viçosa
• Leitura do levantamento d’ El-Rei
• Entoação do cântico Te Deum
• Arcabuzeiros e espingardeiros prestam homenagem com uma salva de tiros
16.00h - Arregimentação de voluntários para incorporarem o Terço de defesa das Linhas da Raia; Treino de Piqueiros;  Experimentação de armas de fogo.
17.00h – Leilão de um lote de escravos da Guiné
Venda de escravos e seu assentamento no livro da Fazenda pelo  Tabelião e cobrança das taxas e dízimas. Os tratos deste comércio e as contestações dos “iluminados”.
18.00h – Encerramento dos festejos e lavagem dos cestos e almotolias.

 ALANDROAL

MONTEMOR E CONCELHO









 VILA VIÇOSA

Domingo, dia 26 de maio, que a Confraria da Santíssima Trindade de Vila Viçosa se volta a apresentar a toda a população, com a realização de um concerto no Santuário de Nossa Senhora da Conceição. O evento tem começo marcado para as 18h30, sendo que há conduzir o Coral S. Domingos vai estar o maestro João Luís Nabo.

ESTREMOZ


Sábado 25 de Maio de 2013 | 21:30
Maria João Abreu embarca numa viagem através da Música, cantando temas que marcaram a sua vida. Temas que ecoam nas vozes de Liza Minelli, Edith Piaf, Ute Lemper, Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Bobby Darin, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Milú, Elis Regina e António Variações, entre outros. Não esquecendo os poetas que, através das suas palavras fazem mover o Mundo.
É o concretizar de um sonho, no ano em que comemora trinta anos de carreira. É uma viagem que envolve o público num turbilhão de emoções, onde se verá certamente a sua vida refletida.
E porque a arte alimenta o sonho e o sonho é uma das fontes da vida, seja cúmplice desta aventura onde poderá ver Maria João como nunca ninguém a viu.

REDONDO

tOCADA...no estendal - Cruzamentos artísticos  

uma performance de:

Eddie Cevas aka Simple samples, Gerardjan Rijnders, Luz da Camara, Marta Pessoa, Mumtazz, Rita Palma, Sergio Ramos, Grupo de Mulheres e participantes locais.



AINDA....









CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/

                          Aparelhómetro
 Sexta, 24 Maio 2013 09:01
Hoje vou contar uma história.
Era uma vez um cidadão, um cidadão português. Filiado num partido político, foi, ao longo da sua vida, quase sempre militante activo desse partido. Nos mais diversos patamares. Só ultimamente, muito por força de uma ruptura que também contra ele quiseram fazer, e fizeram, é que a sua militância activa, leia-se, actividade político-partidária, diminuiu bastante. Continua, no entanto, esse cidadão, filiado nesse partido.
Num certo dia, em amena cavaqueira com amigos, veio à baila o Congresso do partido, desse partido. Depois de uma troca de pontos de vista, um deles, conhecedor da história daquele militante no partido, sugeriu, meio a sério meio a brincar, que esse militante fosse ao próximo Congresso do seu partido. Essencialmente para rever outros amigos que já há algum tempo não via, anuiu. A forma de poder ir ao Congresso seria a de se fazer eleger pela Concelhia de onde é militante. E, aí, tinha duas hipóteses: ou era eleito na lista proposta pela Concelhia ou apresentava uma lista própria, concorrente com a da Concelhia, indo ambas a votação. A opção, por várias razões, foi a de falar com o Presidente da Concelhia e dizer-lhe, abertamente, que gostaria de ir ao próximo Congresso, para rever amigos, não havendo, portanto, qualquer outra intenção escondida: nem a de apresentar uma Moção de Estratégia própria nem a de subscrever qualquer outra Moção nem sequer a de ir fazer uma intervenção em Congresso. De referir que o militante em causa já desempenhara cargos ao mais alto nível no partido, razão pela qual a hipótese de poder vir a ter uma intervenção mais forte no Congresso, concertada ou não com outros militantes, era plausível, se o contrário disso mesmo não ficasse desde logo assente e aceite.
Proporcionado o encontro com o Presidente da Concelhia e manifestado o interesse deste nosso militante em ir ao Congresso naquelas condições, considerou, aquele, a ideia normal, não tendo levantado, de resto, qualquer problema. Admitiu, contudo, que, na Comissão Política Distrital da qual também faz parte, pudesse o assunto ser de mais difícil digestão. Mas ... que ficasse descansado que, relativamente a estes eventuais problemas, estaria disposto a assumi-los! Ficou, então, combinado que iria propor à Concelhia a que preside o nome deste militante para integrar a lista de candidatos a delegados ao Congresso a apresentar pela Concelhia. No dia da reunião, o Presidente da Concelhia voltou a entrar em contacto com o tal militante, dizendo-lhe que já tinha falado com boa parte dos membros da sua Comissão Política e que ninguém havia colocado qualquer obstáculo à sua candidatura na lista da Concelhia. Chegados à hora do jantar, o militante em causa, recebe um novo telefonema do Presidente da Concelhia, desta feita, bastante nervoso, através do qual lhe transmite que, durante a tarde, havia recebido um telefonema que o impedia de propor o seu nome, o nome do tal militante, como candidato a delegado ao Congresso na lista da Concelhia. Desfazendo-se em desculpas, o Presidente da Concelhia, militante relativamente recente no partido, com disponibilidade de tempo, com vontade e gosto pela actividade política e, evidentemente, com uma certa ambição, vê todo o seu empenhamento e esforço ameaçados depois do tal telefonema que lhe fizeram da Sede Nacional do partido. Era fundamental que o dito militante - literalmente, persona non grata -, não integrasse a lista apoiada pela Concelhia.! Senão... haveria consequências!
Pois é! Eis como um certo partido político – que não é caso único, diga-se de passagem -, funciona em Portugal!
Com esta história, torna-se mais fácil perceber por que é que a palavra “aparelhómetro” não significa, como talvez pudesse significar, um instrumento para medir a dimensão do controlo das direcções partidárias sobre os aparelhos dos respectivos partidos políticos. Na verdade, como se viu, um instrumento destes não teria qualquer utilidade. De facto, o controlo dos aparelhos partidários está milimetricamente controlado.
Lisboa, 23 de Maio de 2013. -  Martim Borges de Freitas


DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL


Distrital de Juniores
Estrela de Vendas Novas – Rosário

Distrital de Iniciados
Portel – Terena

Distrital de Benjamins
Santiago Maior – Lusitano B
Juventude – Terena

Particular
Vila Boim – São Brás dos Matos


Fotos enviados pelo nosso colaborador Vitor Matos do último desafio da Equipa de S. Brás dos Matos / Juniores Campo Maiorense. (Incidencias do jogo em artigo escrito pelo Vitor que pode lêr em http://freguesiasaobrasdosmatos.blogspot.pt/




Nacional da 3ª Divisão Série F

Zona Subida
Esperança de Lagos – Moura
C.F. Vasco da Gama – União de Montemor
Juventude – Atlético de Reguengos

Zona Apuramento
Monte Trigo – Sesimbra
Castrense – Aljustrelense
Lusitano – Lagoa.




FUTSAL

Nacional da 3ª Divisão Série D
Sassoeiros – União de Montemor





E A TERMINAR