sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

AS NOSSAS SUGESTÕES

                                                                        ALANDROAL






Hunger Games: A Revolta – Parte 1 – 19 de dezembro  21h30  Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal

Realização: Francis Lawrence
Intérpretes: Donald Sutherland, Elizabeth Banks, Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Julianne Moore, Liam Hemsworth, Philip Seymour Hoffman, Stanley Tucci, Woody Harrelson
Género: Ação/Aventura/Drama
Classificação: M/12
Duração: 125 min.

Bilhete: 3.50€ (Menores de 12 anos ou portadores de cartão jovem munícipe 2.65€)

O fenómeno mundial de «Os Jogos da Fome» continua a incendiar o mundo com «The Hunger Games: A Revolta - Parte 1», onde encontramos Katniss Everdeen no Distrito 13, depois de estilhaçar literalmente os jogos para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin e o conselho dos seus amigos de confiança, Katniss estende as suas asas ao lutar para salvar Peeta e uma nação comovida pela sua coragem.

                                          MONTEMOR



XIII Cantares ao Menino em Montemor-o-Novo

Canções e poesia pelas ruas e largos do Centro Histórico

com

CORAL DE SÃO DOMINGOS

Domingo, 21/12 - 21 horas

Início na Câmara Municipal


Org.: CMMN


                                                     ÉVORA

                                      OUTRAS LOCALIDADES

Atenção: O Teatro da Universidade Senior da  Escola Popular  do Alandroal, em Arraiolos,

Para Apontar:


CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

                                               Greves de circunstância

Sexta, 19 Dezembro 2014 10:00
A anunciada greve de 4 dias, repito de 4 dias, entre o Natal e o fim do ano, na nossa transportadora aérea é algo que nos indispõe.
O que não podemos, nós contribuintes, é aceitar que uma empresa desta natureza que tem sido, em particular, suportada por todos nós, pare em períodos que são decisivos para os portugueses e para a economia nacional. Porque é precisamente em período de férias, em que se verificam maiores movimentações de pessoas e em épocas como a Páscoa, o Natal ou o Ano Novo que assistimos a estas atitudes irresponsáveis.
Desde sempre que temos ouvido dizer que a TAP é estratégica para o país. É, e certamente o será. Mas seja ela uma empresa do sector empresarial do estado ou seja ela privatizada, não deixará de voar para os destinos que importa a Portugal estarem assegurados. Certamente que o seu papel manter-se-á.
Mas sendo estratégica para o país como se compreenderá esta permanente atitude lesiva da economia nacional. Sim, porque se a TAP quer ter o estatuto de empresa estratégica, não pode lesar a economia do país da forma como o faz. Digo a empresa, referindo-me particularmente aos seus trabalhadores, porque naturalmente os trabalhadores serão um dos activos da empresa e são eles que promovem o seu funcionamento.
É que isto de ser uma empresa e, volta não volta, o Estado ter que injectar financiamento, tem que se lhe diga.
Com elevado esforço alguns sectores crescem a um ritmo elevado, porque apostam na qualidade, porque se promovem em mercados certos, assumindo os inerentes custos, contribuindo para o crescimento da economia. E posteriormente uma empresa, ou melhor, os trabalhadores de uma empresa, para manterem a sua conjuntura põem em causa um trabalho permanente e árduo, de tantos e tantos outros trabalhadores e empresas.
Os impactos desta irresponsabilidade na economia e na imagem do país são marcantes. Alguns de difícil recuperação.
É estranho que cada vez que a empresa aparece com indicadores positivos, algo aconteça para que aqueles indicadores derrapem. Ou é o preço do crude que sobe e aumentam os custos de exploração, ou existem atrasos na entrega de novos aviões, ou se nada de externo acontecer, faz-se uma greve e pronto.
Isto leva-nos a creditar que alguns não pretenderão que a nossa transportadora aérea apresente uma boa performance, se se mantiver sempre com problemas, sejam eles de natureza financeira ou social, talvez nunca se consiga a sua privatização e, assim, manter-se-á o status quo.
Se a TAP for privatizada, ou parcialmente privatizada, nada me incomodará, pelo contrário. Estou certo que manterá a sua qualidade de serviço e muito provavelmente teremos uma empresa socialmente mais acomodada, pela simples razão que a pressão política que actualmente se permitem fazer deixará naturalmente de ter relevância, porque o Estado deixará de ter influência na empresa.
Aliás, outras empresas de transportes têm sido privatizadas e continuam a prestar um serviço público de relevo, muitas das vezes com serviços contratualizados pelas câmaras municipais. Pelo que a privatização das empresas do sector não é condição para que o serviço público de qualidade não aconteça. É talvez condição para que ele aconteça com custos mais controlados.
Até para a semana
Rui Mendes


EM ESPECIAL PARA OS ALANDROALENSES NÃO RESIDENTES

                              ESPIRITO NATALÍCIO NA NOSSA CÂMARA MUNICIPAL

















Al Tejo agradece e retribui votos Boas Festas

                                                     E PARA TODOS OS TERENENSES



NO FACEBOOK -  https://www.facebook.com/freguesiadeterena?fref=ts

Recolha: facebook C.M.A.

IMPRENSA REGIONAL DE HOJE


ARTE - Maria Antonieta Matos

                                                                             PINTURA





                                                               ESBOÇOS - ROSTOS







DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL

Distritais de Évora

Divisão de Elite
Lusitano – Oriola
Perolivas – Lavre
Cabrela – Viana
Redondo – Escoural
Monte Trigo – Calipolense
Juventude – Borba.

Divisão de Honra
Valenças – Canaviais
Outeiro – Cortiço
Portel – Santana do Campo
Estremoz – Corval
Arraiolos – Alcaçovas.

1ª Divisão
Aguiar – S. Romão
Giesteira – V. Novas
CanaviaisB – Montoito.

Benjamins
Terena – Vedeta Amarela.

Nacional de Seniores – Série G
Sacavenense – Fabril
Loures – 1º Dezembro
União Montemor – Malveira
Pinhalnovense – Cova da Piedade
Casa Pia – Sintrense.



Série H
Aljustrelense – Lagoa
Louletano – V.R.S. António
Praiense – Quarteirense
Ferreiras – Angrense
Reguengos - Moura.

                                                              FUTEBOL SOLIDÁRIO



                                                                                 XXX

                         TORNEIO TRIANGULAR SOLIDÁRIO EM VILA VIÇOSA 
CAMPO DE JOGOS «JOÃO FIGUEIREDO» - SÁBADO, 20 DE DEZEMBRO AS 14:30 HORAS
EQUIPAS PARTICIPANTES: «AMIGOS DE SÃO BRÁS DOS MATOS»
FOROS DA FONTE SECA / GRUPO DESPORTIVO BAIRRENSE
ENTRADA: OFERTA DE UMA CONTRIBUIÇÃO DE UM BEM ALIMENTAR QUE REVERTE A FAVOR DA CARITAS SOCIAL DE VILA VIÇOSA.


RUGBY

R.C.Montemor – AEIS Agronomia

OUTRAS MODALIDADES




                                                                               POIS !

                                LEMBRAM-SE DO "ZORBA" QUANDO A PONTE CAIU ?


       ONTEM O JESUS FOI APANHADO A IMITÁ-LO QUANDO O BENFICA TOMBOU !


DIVULGAÇÃO - A NÃO FALTAR


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

FUNDOS COMUNITÁRIOS - PERGUNTAR NÃO OFENDE !

Tem sido amplamente divulgado por todos os órgãos noticiosos a aprovação em Bruxelas do Novo Quadro Comunitário 2015-2020 no qual Portugal foi um dos dez países europeus com programas aprovados.

São verbas no valor de 21 mil milhões de euros, aos quais se somam cerca de 4 mil milhões de euros do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural.

Até 2020, o PDR (Plano Desenvolvimento Rural) nacional vai ter à disposição cerca de 4,1 mil milhões de euros e foi um dos dez programas da União Europeia a ser aprovado, a par dos da Alemanha ou Finlândia, num total de 118 (nacionais e regionais). O pacote é cofinanciado através do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), no montante global de 95,6 mil milhões de euros, e de fontes nacionais, regionais e privadas.
 .
Este novo quadro comunitário conta com um aumento de cerca de 26% no valor disponível  para investimento no Alentejo.

Pergunta-se:
Que projectos, que iniciativas, que candidaturas a nossa Câmara Municipal vai apresentar?
Decorre neste momento no Cine Teatro de Borba uma sessão de esclarecimento com a presença de António Costa Silva, Presidente da CCDR Alentejo, a propósito desta matéria. Alguém da nossa Autarquia vai estar presente?


Chico Manuel

VASCULHAR O PASSADO - Uma página de Augusto Mesquita

                                                              Ermida de S. Luís

                            Segundo Túlio Espanca, a ermida está integrada no grupo de herdades da Gamela, mas situada na Quinta da Mougueira, já existente no século XVII, foi fundada em ano impreciso da mesma centúria por um dos morgados daquele título, da família dos nobres Lobos da Silva. Em 1708 e 1763, eram seus detentores, respectivamente, Manuel Lobo da Silva e Luís Diogo Lobo da Silva, fidalgos da casa real, residentes em Lisboa.
            Alcança-se por caminho particular através daquela propriedade, na distância aproximadamente de 12 Km da sede do Concelho, depois de percorrer alguns quilómetros da E.N. n.º 2, na direcção de Santiago do Escoural. Para chegar a S. Luís volte no caminho que nos leva até às Caeiras em plena Serra do Monfurado. Passa-se pela Quinta da Torre do Carvalhal, solar quinhentista com torre manuelina e ermida gótico-mudelar do Séc. XVI e pelas antigas caeiras (fornos onde era cozida a cal).
            Foi completamente reconstruída em 1794, a expensas de uma comissão de festeiros dirigida pelo juiz Pedro Vicente Pereira e pelo prior da Matriz da Vila, padre Elias, tendo como assistente da obra mestre Francisco, pedreiro de Montemor-o-Novo.
            Está situada em ponto dominante da linha SO, apoiada em adro artificial, de alvenaria, que se atinge por escalinata central, beneficiada ou construída de raiz no ano de 1877, conforme se lê numa cartela aposta na parede. Este adro, hoje meio desmoronado, na banda ocidental conserva recinto fechado com gradeamento de ferro, datado de 1876, onde se celebraram as danças dos convidados epeciais.
            Discreto alpendre de três arcos redondos, muito singelos, compõe a frontaria: o portal, moldurado e de frontão entrecortado, do estilo rococó, mantém a memória da nova feitura do templete, na verga, dividida em duas regras interrompidas, de letra desenhada, cursiva:
NO ANO DE 1794 SENDO PR.
       OR O R.P. ILIAS E OS FESTEIROS
       CAPL.º DO GATO, PEDRO MARIZ
    VICENTE PR.º SE FES.º CAPELA
 NO ANO DE 1795. SE FES
                                                               O PORTADO MESTRE FR.º

            O campanário, apilastrado, ergue-se na ilharga ocidental, com empena de enrolamento, sino de bronze, antigo, e cruz relevada
            O corpo posterior está recortado por frontão triangular, ladeado de piunáculos piramidais nascentes de bases cúbicas, de alvenaria alva de caio.
            A silhueta exterior do edifício é característica das construções rústicas do aro suburbano do Distrito, sem grandeza e pouca originalidade mas cheia de pitoresco e graciosidade.
            O interior acusa reformações posteriores aos refundamentos de 1794, embora mantenha a linha arquitectónica desta obra integral. De uma só nave e abóbada de penetrações, moldurada e de dois tramos, é totalmente revestida de estuques policromos e os alçados com apainelados geometrizantes, florais, valorizados por medalhões ovóides, d arte neoclássica, representando “S. Luís”, Rei de França, “S. Francisco de Assis”, ” Santa Isabel de Portugal” e “S. Luís”, Bispo de Tolosa.
            Conserva dois altares laterais, junto da boca do santuário, com figuras estabulares da mesma modelação mural, dedicados a “N.ª S.ª da Saúde” e “Santo António”, conservando-se neles, respectivamente, uma escultura de roca, de “N.ª S.ª do Rosário” e “S. Francisco Xavier”, esta de boa factura seiscentista, de madeira estofada, que mede, de alt. 90 cm. . Nos alçados, muitos ex-votos populares, oferecidos aquela santa.
            Tem coro falso, posterior e púlpito no lado da Epístola, com base lobulada, de pedra e balaústres recortados, de madeira.
            A capela-mor, antecida por arco-mestre redondo, apilastrado, que acusa grave ruína, é de planta quadrada e talvez sobrevivência seiscentista, embora revestida de composições coloridas, de oitocentos, do tipo de perspectivas e ornatos. O retábulo, ainda dentro da tradição rococó, de estuques mais delicados, inscreve-se em arco pleno ricamente decorado por pilastras, festonadas, rosetões, lambrequins e apainelados coloridos e dourados. No nicho, envidraçado, venera-se o titular, “S. Luís”, em traje guerreiro, coroado e empumhando o cetro real, peça antiga, de madeira, mas renovada completamente nos fins do século XIX por folha de coloração e olhos de cristal, obra que lhe fez perder o interesse artístico.
            Subsiste, aos pés do altar, grande fragmento de tapete de Arraiolos de fins do século XVIII.
            A sacristia, de telha-vã, além do paramenteiro da época de reforma da ermida, tem lavabo esculpido e porticado, de inspiração barroca, com empena de enrolamento, ornatos caprichosos e taça saliente do tipo balaústre.
            A ermida possui numerosos ex-votos, na sua maioria animais em cera, que testemunham a romaria e culto que ainda aí se realiza em Agosto.
            Dimensões interiores: nave -  comp. 9,25 x larg. 4,45; presbitério – 4,15 x 4,15 m.
            Na baixa, em terrenos fortemente arborizados, agradável de frescura e abundante de águas, subsiste a primitiva fonte de mergulho, dos peregrinos, voltada na direcção do templete, construída de alvenaria, em planta rectangular e abobadilha redonda, lisa. Tem arco pleno apoiado em duas atarracadas colunas toscanas, de granito, empena triangular e poço cilíndrico, resguardado por tanque marmóreo. No fundo do alçado, nicho desadornado do padroeiro – “S. Luís” (?). A curiosa edificação, que teve cobertura de linhas radiadas, oferece aspecto da centúria de seiscentos.
            Em 25 de Agosto realizava-se a Festa de S. Luís, que era nesse tempo (1878) a 1.ª romaria de Montemor-o-Novo. A festa era um misto de sagrado e profano. Logo na véspera e no dia da festa ocorriam as cavalhadas que tinham grande fama, e dava-se as competentes três voltas de roda da igreja. Era raro o ano que não havia desordens, tombadelas de carros e festas quase estragadas, mas por fim, o fervor pelas festas fazia com que acabasse tudo mais ou menos bem. Era costume vir policiar esta festa uma força de 20 cavalos do Regimento de Cavalaria n.º 5, aquartelado em Évora. Invocado como Protector do Gado, outrora a sua Festa incluía sempre a bênção dos gados, dos lavradores e agricultores da região.
            Até à aprovação do Código Civil de 1936, que desfez 10 freguesias no nosso concelho, S. Luís pertencia à  extinta Freguesia de São Mateus.
            Pelo facto da ermida se encontrar bastante danificada, em 1985 o saudoso Padre Alberto Dias Barbosa mandou proceder a avultadas obras de recuperação da antiga ermida.
            Depois de um longo período de interregno, o Cónego José Morais retomou estas tradicionais festas, que ano após ano, atraem até S. Luís da Mougeira muitos católicos.

Augusto Mesquita


Crónica publicada na “Folha de Montemor” referente a Dezembro 2014. Publicada ap´s permissão do Autor

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

                                           Um marco

Quinta, 18 Dezembro 2014 09:14
Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e René González, são cinco cidadãos cubanos que estivam presos em cadeias norte-americanas desde 1998.
Durante este longo cativeiro foram inúmeras as campanhas de solidariedade para com os cinco cubanos e as suas famílias, acusados de espionagem após terem denunciado acções terroristas contra o seu país, preparadas por grupos sedeados em Miami. Ontem, foram devolvidos à liberdade os últimos três.
Ao mesmo tempo o presidente norte-americano assumiu o falhanço da política de isolamento de Cuba através de um implacável bloqueio diplomático e económico, que visava condicionar o direito do povo cubano a escolher o seu destino.
Obama, implicitamente, reconheceu que décadas de cerco, de tentativas de ingerência, de campanhas massivas de desinformação, de organização e promoção de actividades terroristas contra Cuba não vergaram a determinação dos cubanos de manter a sua pátria livre e independente.
Este reconhecimento é uma vitória clara do povo cubano contra o seu poderoso vizinho e pode ser o início de uma nova época na relação entre os dois países.
Raul Castro afirmou a intenção de “… aprender a arte de conviver, de forma civilizada, com as nossas diferenças”. Para isso é preciso que os Estados Unidos abdiquem das suas ambições imperiais, o que está longe de acontecer.
A sociedade cubana é complexa e enfrenta desafios e problemas que compete aos cubanos resolverem e encontrarem as soluções que entenderam serem as melhores, no quadro dos princípios que os norteiam desde a Revolução que depôs a ditadura de Fulgêncio Batista.
Este importante passo dado, bem como o anúncio do restabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países, só terá reais efeitos na normalização das relações bilaterias quando os Estados Unidos puserem fim ao bloqueio, como foi exigido pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o voto de 193 países (apenas os Estados Unidos e Israel votaram contra) e o encerramento da base de Guantánamo, mantida contra a vontade do Governo cubano.
Goste-se ou não do rumo socialista de Cuba, só por cegueira ou preconceito não é possível uma enorme admiração por um pequeno país que rodeado de mar e bloqueado pela nação mais poderosa do mundo, resiste durante décadas e atinge níveis invejáveis em áreas como saúde ou a educação.
O poderoso vizinho não desistiu de voltar a ter Cuba como o seu casino privativo, mas já percebeu que a frase “Pátria ou Morte” não é um slogan vazio para os cubanos.

Até para a semana

Eduardo Luciano

NOTÍCIA DO ALANDROAL

                        Assinado auto de consignação da obra do Posto da GNR

A presidente da Câmara Municipal de Alandroal, Mariana Chilra, participou ontem, dia 16 de dezembro, na cerimónia de assinatura do auto de consignação da empreitada de requalificação do Posto da GNR de Alandroal.
Recorde-se que a obra está previstas arrancar no início do ano e tal como foi avançado em novembro, o município servirá apenas de intermediário, limitando-se a receber o dinheiro enviado e a fazer o pagamento ao empreiteiro, não despendendo a autarquia de qualquer verba para o efeito.


Fonte: site da C.M.A.



NOTÍCIAS DO ALENTEJO

O Alentejo foi a região que em 2013 registou uma maior redução do Produto Interno Bruto (PIB).
. Em termos reais, o PIB alentejano terá reduzido 2,2% "devido ao decréscimo ocorrido na atividade industrial, energia, água e saneamento (-3,7%), segundo o gabinete de estatísticas português.

Se há Região que está a pôr Portugal no mapa da gastronomia e a "ajudar a mudar a percepção internacional sobre a comida portuguesa" é o Alentejo, defende a editora de viagens Rough Guides.

Reguengos de Monsaraz: Municipio aprovou orçamento.
A Câmara de Reguengos de Monsaraz vai ter no próximo ano um orçamento de 22,2 milhões euros, registando uma ligeira redução em relação ao deste ano.

                                             IMPRENSA REGIONAL DE HOJE




Se há região que  


Se há região q


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

DIVAGANDO A PROPÓSITO DE POLITICA LOCAL

«Petições com pelo menos 150 subscritores vão passar a entrar obrigatoriamente na ordem de trabalho da Assembleia Municipal de Évora .
Esta é uma das alterações ao regimento do órgão autárquico, aprovadas por unanimidade, na sua última reunião.
Até aqui, segundo o presidente da AME, António Jara, “a assembleia ou a câmara pedia a introdução do ponto” na ordem de trabalhos, mas “era uma decisão que dependia de terceiros”.
Agora, obrigatoriamente, desde que tenha mais de 150 assinaturas, fará parte da ordem de trabalhos”, realça.»

Depois dos Orçamentos Participativos*, adoptados já por muitas Camaras, a A.M. de Évora resolveu   criar uma metodologia no intuito de proporcionar  uma maior colaboração de todos os munícipes na vida politica que rege o seu Concelho.
Em tempos de crise, numa altura em que os políticos se vão cada vez mais afastando de quem neles confiou, em que escasseiam as vontades e os ideais de quem tem por missão presidir aos destinos de um povo (quer a nível Nacional, quer a nível local), é imperioso arranjar formas de fazer com que todos possam contribuir para se corresponsabilizarem pelo destino da localidade onde vivem.
Os Orçamentos Participativos (tantas vezes aqui sugeridos) seria uma boa forma de participação.
Assim como, um número a estipular consoante o número de habitantes, para levar às Assembleias Municipais, reivindicações ou sugestões.
*O orçamento participativo (OP) é usado em Portugal por 12 a 27 autarquias e 4 juntas de freguesia. Todos os OP portugueses são consultivos (i.e., não vinculativos), embora envolvam um compromisso claro dos executivos autárquicos. Segundo Nelson Dias ainda são raros os casos em que as autarquias prestam contas do processo e seus resultados (Público a 9 de junho de 2008 [1] ). As experiências iniciais lideradas pelo concelho pioneiro de Palmela tendiam a localizar-se no sul do país e a ser lideradas por autarcas membros da Coligação Democrática Unitária, tendo posteriormente alastrado ao norte e a executivos camarários de outros partidos.
(in Wilkipédria)
 No entanto e cingindo-me à minha terra, o Alandroal, não posso acreditar na possibilidade de tal vir a suceder.
 Prova da minha dúvida o facto de ainda hoje, e após alerta deste mesmo espaço, ter havido alguém que movido de uma excelente boa vontade, deu a conhecer ao pormenor a acta da última A.M., incluindo o Orçamento e Grandes Opcões do Plano, assim como taxas a vigorar.
Recebi até à data 12 comentários (anónimos, pois claro), dos quais ainda aproveitei 4. Nem um só comenta ou faz qualquer alusão ao conteúdo dos assuntos em debate. Na sua maneira de ver tem mais relevância o”descobrir” quem teve a “ousadia” de criar um blogue com tal conteúdo, atirar culpas para águas passadas, ofender… e o “habitual” sempre que por aqui se aborda politica local.

Já que ninguém o fez, faço-o eu e com toda a admiração, percebendo o anonimato, felicitar a pessoa que teve a compreensão de dar a conhecer factos de grande importância para todos os Alandroalenses.
Chico Manuel





A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


Quarta, 17 Dezembro 2014 08:48
A época natalícia teve o seu início há quase três semanas, porém, a nossa cidade apresenta-se muito envergonhada, diria mesmo um pouco empalidecida. Falo-vos, por isso, dos enfeites de natal existentes e da animação, sobretudo da realidade que compreende o centro histórico.
Não obstante, tenda a reconhecer que existem aspectos novos e diferentes dos que aqueles que conhecíamos e uma tentativa de alterar e cortar com o passado recente. Para isso a edilidade juntamente com a associação comercial do distrito de Évora e a Entidade Regional de Turismo disponibilizam um comboio turístico para todos aqueles que queiram passear pelas ruas da nossa cidade, mediante um pagamento de um bilhete, como, também, proporcionam o visionamento de um filme na fachada principal da igreja de S. Antão, na praça do Giraldo.
Todavia, no que ao comboio turístico diz respeito, uma vez que é uma iniciativa sazonal, não tem carácter regular, temo que o pagamento de um preço possa colocar o sucesso da iniciativa em causa. Relativamente à projecção do filme na parede da Igreja de S. Antão, não digo que seja uma má iniciativa, mas com a parede da Igreja no mau estado em que se encontra, de todo em todo, resultará.
Em todo o caso, as reflexões que aqui deixo, são unicamente para acrescentar e não para destruir, não mais do que isso. Penso, aliás, que, para o ano, as partes interessadas, Câmara, Junta de Freguesia, no caso União das freguesias de Évora, Instituições públicas e privadas, Comerciantes e/ou quem os represente, deverão, todos em conjunto, concertar-se no sentido de conceberem uma animação de natal que verdadeiramente mobilize as pessoas, os residentes e quem nos visite, com o objectivo de fruírem e de gastarem efetivamente dinheiro, nas lojas, cafés, restaurantes, hotéis e nos demais locais da nossa cidade. Precisamos, por isso, que isto seja uma realidade e não um proclamado desejo.
Estou, portanto, convencido que todos, sem excepção, poderemos vir a beneficiar de entendimentos partilhados. E, por conseguinte, esta forma de actuar não pode ficar no campo das intenções, deverá, portanto, densificar-se na ação politica e empresarial no dia-a-dia.


COMENTÁRIO EM DESTAQUE

A propósito de uma “postagem” colocada na Segunda-feira dia 15 na qual se abordava a informação prestada pela Câmara Municipal, recebemos o comentário que se segue e que se reveste de primordial importância para todos os Munícipes, pelo que aconselhamos a seguir o “link” sugerido no mesmo.

« Sr. Francisco Manuel, como a câmara não mostra os documentos, aqui vai:
http://transparencialandroal.blogspot.pt/

Obrigado

Al Tejo agradece a colaboração.