sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

INFORMAÇÃO DA C.M.A:

Agenda Municipal – Fevereiro 2015
Já está disponível a Agenda Municipal para o mês de fevereiro. A merecer destaque está a iniciativa “12 meses de boa gastronomia” que em fevereiro promove as migas. Migas para todos os gostos e paladares desde as mais conhecidas, migas com carne de porco, até às mais originais, migas de couve-flor com peixe frito, migas de espargos com farinheira e toucinho frito e migas de batata com bifes de perú.

As migas poderão ser degustadas ao longo de todo o mês nos vários restaurantes 
aderentes.

PARA ESTE FIM-DE SEMANA SUGERIMOS

                                                     EM ALDEIA DA VENDA


                                                            NO ALANDROAL
Trabalho de Michael Biberstein em documentário no Alandroal
O Fórum Cultural de Alandroal exibe no próximo dia 31 de janeiro, pelas 21 horas, o documentário “O Meu Amigo Mike ao Trabalho”, um filme da autoria de Fernando Lopes que retrata o trabalho e a obra de Michael Biberstein, o pintor suíço que faleceu com o Alandroal no coração.
Biberstein nasceu em Solothurn, na Suíça, corria o ano de 1948, era casado com a romancista Ana Nobre de Gusmão e faleceu na sua herdade, perto do Alandroal, a 5 de maio de 2013, vítima de acidente vascular-cerebral. Ficou conhecido em Portugal por ter um estilo pictórico e inédito, conseguindo através da utilização de texturas e variações de cor produzir um efeito único ao olhar e seduzir o espetador.
Reconhecido internacionalmente, expôs na Gulbenkian, em Serralves e na Coleção Joe Berardo, no que a Portugal diz respeito, e no estrangeiro no Museu Reina Sofia, em Madrid, o Beaubourg em Paris, no Whitney Museum em Nova Iorque.
A última parte da vida de Biberstein foi passada no Moinho da Fonte Santa, situado nas margens do Lucefecit, em Alandroal, local que serviu de palco à gravação do documentário “O Meu Amigo Mike ao Trabalho” e que durante a última década acolheu vários artistas das mais diversas áreas.
O Moinho da Fonte Santa, residência artística formada após o falecimento de Michael Biberstein, “continua a tradição, inaugurada pelo casal de artistas, de dar lugar à criatividade e ao trabalho neste moinho renovado”, segundo o Moinho da Fonte Santa Residências Artísticas.
O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita.





O Hobbit: A Batalha dos cinco exércitos– 30 de janeiro  21h30 Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal

Realização: Peter Jackson
Intérpretes: Benedict Cumberbatch, Orlando Bloom, Cate Blanchett, Hugo Weaving, Ian McKellen, Luke Evans, Martin Freeman
Género: Ação/Aventura
Classificação: M/12
Duração: 144 min.

Bilhete: 3.50€ (Menores de 12 anos ou portadores de cartão jovem munícipe 2.65€)

Ao sucumbir ao mal do dragão, o Rei Debaixo da Montanha, Thorin Escudo-de-Carvalho, sacrifica amizade e honra na sua busca pela lendária Arkenstone. Incapaz de ajudar Thorin a ver a razão, Bilbo tem de fazer uma escolha desesperada e perigosa, ignorando que perigos ainda maiores estão para vir. Um inimigo antigo regressou à Terra Média. Sauron, o Senhor das Trevas, enviou legiões de Orcs num ataque furtivo à Montanha Solitária. Enquanto as trevas convergem para enfrentar o conflito em escalada, as raças de anões, elfos e homens têm de decidir se vão unir-se ou ser destruídas. Bilbo vai ter de lutar pela sua vida e pelas vidas dos seus amigos, enquanto cinco grandes exércitos se dirigem para a guerra.

                                                                          EM MONTEMOR


                                                                   N´OUTRAS LOCALIDADES








SABEDORIA POPULAR


                                           EU VOU ....MAS TU TAMBEM CÁ NÃO FICAS


                                           DIZ-ME COM QUEM ANDAS... DIR-TE-EI COMO ÉS


                                                           QUEM TEM CU...TEM MEDO


                                        MAS "ISTO" AGORA É O DA JOANA?
                                            TÁ TUDO MALUCO...OU O QUÊ!

A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

                                          Portugal e as eleições gregas

Sexta, 30 Janeiro 2015 08:33
Passaram quatro dias sobre as eleições na Grécia e os resultados tiveram várias leituras.
A vitória do Syriza é inquestionável.
Contudo, analisemos o que nos diferencia.
O caso português:
· Portugal terminou em maio de 2014 o programa de assistência financeira. Concluiu-o com sucesso, não necessitando de outro programa de assistência financeira, nem sequer de programa cautelar;
· Portugal não obteve qualquer perdão total ou parcial da sua divida, o que permite aos investidores estarem disponíveis para adquirirem mais divida pública;
· Portugal consegue financiar-se a juros historicamente baixos, conseguindo desta forma gerir a divida, amortizando a de curto prazo, a qual apresenta taxas de juros mais elevadas;
· Portugal tem conseguido aplicar medidas que permitem o combate à fraude e evasão fiscais com resultados expressivos;
· Portugal apresenta um crescimento positivo, pelo que a sua economia vem mostrando sinais de recuperação económica que se reflete na criação de emprego, encontrando-se com uma taxa de desemprego de 13,6%, bastante elevada, mas com tendência de descida;
· O défice público abaixo dos 4%;
· A divida pública portuguesa (em % do PIB) é de cerca de 131%.
O caso grego:
· Teve sujeito a um primeiro programa de assistência financeira. Necessitou de um segundo programa, encontrando-se atualmente a decorrer a 5ª avaliação. Não está excluído de, no final deste 2º programa, ficar sujeito a um programa cautelar;
· Já obteve um perdão parcial da divida de montante superior ao empréstimo feito a Portugal;
· Os juros aplicados ao país para o seu financiamento são superiores a dez por cento, o que não só não permite qualquer gestão da divida como um agravamento deveras preocupante, provocando uma total dependência de financiamento externo;
· Não tem conseguido combater a corrupção, a fraude e evasão fiscais;
· Vem apresentando sucessivamente, ano após ano, taxas de crescimento negativo, facto absolutamente sentido no que se refere à empregabilidade, com taxas de desemprego acima dos 25%;
· O défice público acima dos 10%;
· A divida pública grega (em % do PIB) é de cerca de 174%.
Por tudo o que se referiu a dimensão do problema grego é incomparavelmente maior do que o português.
Mais, no que se refere a Portugal os mercados são um dos indicadores que, claramente, mostra essa diferença. O índice de confiança dos consumidores é um outro indicador que também mostra essa diferença.
Portugal está a percorrer o seu caminho. Um caminho difícil como todos sentimos. Mas que tem que ser feito com responsabilidade e em conjunto com os nossos parceiros europeus. É assim que vamos conseguir ultrapassar um período menos positivo. Mas será assim que vamos recuperar e equilibrar o país e dar-lhe um bem que em economia tem um elevado valor que é Confiança.
E quando, através do discurso ou de políticas públicas, não se consegue dar credibilidade e confiança ao país os reflexos são imediatos, com a fuga de capitais, com o afundar da bolsa, com o aumento dos juros, enfim com o agravamento das condições económicas. Não é por dizer-se acabou a austeridade que ela pura e simplesmente acaba. Se assim fosse esse caminho já teria sido certamente descoberto.
Portugal, e bem, não seguiu este caminho.
Até para a semana
Rui Mendes


IMPRENSA REGIONAL HOJE NAS BANCAS


EX- PRESIDENTE JOÃO GRILO EM ENTREVISTA NA RÁDIO BORBA

Amanhã Sábado pelas 10h00,  pode escutar o ex-presidente João Grilo, numa entrevista concedida à Rádio Borba (93.8 FM). Entre outros assuntos de relevo será também abordado o actual estado do Concelho. 


A não perder. 

MAIS UM VÍDEO DO ALANDROAL

       RECOLHIDO DO YOU TUBE - DA AUTORIA DE SOLAGASTA ( Percursos pedestres) 

                                            PELAS RUAS E CASTELO DO ALANDROAL

DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL

Distritais de Évora

Divisão de Elite
Lusitano – Borbense
Cabrela – Lavre
Oriola – Escoural
Perolivas – Calipolense
Juventude – Monte Trigo
Viana – Redondense.

Honra
Santana do Campo – Estremoz
Canaviais – Alcáçovas
Cortiço – Arraiolense
Outeiro – Valenças
Corval – Portel.

1ª Divisão
Aguiar – Estrela V. Novas
S. Romão – Canaviais B
Giesteira – Juventude B.

Infantis Fut 7
Terena – Redondense
Benjamins Fut 7
Redondense – Terena.

INATEL

Distrtal Seniores – Série B
Alcaçovense – Alandroal United
Monsaraz – Sabugueiro.

PARTICULAR

Juniores  2O Elvas CAD - Amigos s. Brás dos Matos


                         CAMPEONATO NACIONAL DE SENIORES - FASE MANUTENÇÃO
                                           Calendários dos Jogos das Equipas do Ditrito



FUTSAL
II Divisão Nacional
União de Montemor – Quinta dos Lombos.



RUGBY
AEIS Agronomia – R.C. Montemor










quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

ORELHUDOS DO CARAÇAS - Rubrica de A.N.B.

     I.        Andamos há uns tempos para evocar e falar, no Al tejo, de uma personagem bastante marcante e original no Alandroal. De seu nome (ou apelido) José Pedala, isto para não ser sempre o Domingos Cachamela,um músico inspirador e herói local da Restauração como é conhecido.
Quanto ao ´Zé Pedala´ vamos, desde já, adiantar que era uma pessoa muito inteligente, leitor de «clássicos», Explicador, arguto observador da vida social portuguesa e atento seguidor dos seus usos e costumes. Isto é, gostava muito de conviver à volta da fogueira e de uns bons copos de vinho tinto. Entornava-os com destreza e eficácia. Incorporavam a sua catarse.
Além disso, cantava bem, claro que não estava predisposto para dançar coisa que se visse e era, na realidade, um baterista de primeira qualidade, com a batida e os ritmos adequados, por exemplo, do tango  e/ou do baião. E outras composições como o fado que também cantava bem.

       II.   Vejamos agora o José Gonçalves (salvo erro…) pelo seu lado humano e criativo.
Como cristão, tinha uma confessa leitura crística da vida, discordava das injustiças sociais, e sendo leitor assíduo da Bíblia, duvidava um tanto do justo e omnipresente papel de Deus.
Sem ser ateu era um tanto agnóstico face até às suas debilidades físicas que, por vezes, demasiadas vezes, o encerravam em casa, à entrada da Rua da SARA.
Sabemos, por outro lado, que teve os seus sonhos e as suas veleidades literárias e que chegou mesmo (segundo informação preciosa do Sr. Francisco Manuel) à autoria de uma obra literária com o título “ Eucalipto à beira da estrada”.
Não chegámos a conhecer esta obra e, portanto, não vamos estar aqui a aferir da sua qualidade de escrita e da mensagem. Mas, por certo, algum valor devia ou ainda deve ter vinda da parte de “um castigado humanista ” próximo dos neorealistas. Mais do que aquilo que, alguma vez, por certo mereceria da parte de deus todo misericordioso. Se assim o fosse com ele!
Mas, onde mais sobressaía o talento do Zé Pedala, era nas incursões e nas suas máximas políticas com um profundo alcance social no tempo que, então, vivíamos no país e no Alandroal. Neste sentido, diria mesmo, que era um visionário. Lembramo-nos perfeitamente de uma sua máxima apriorística que, em toda a sua profundidade analítica, se veio e está a revelar certeiramente ajustada na actualidade.
Dizia ele: “ que estávamos a ser invadidos pelo Sul e evacuados pelo norte”. Verificando agora esta afirmação, confirma-se que tinha toda a razão. Tanto em relação ao mundo actual, como à Europa passando até pelo Alandroal.
Se não é assim, vejam se não foi do sul do nosso Concelho que vieram mais melros presidentes  de Câmara? Vejam de onde é o Cavaco? Vejam, se não foi do Sul que veio também este Passos Coelho? Etc.

III.        Para finalizar vamos acrescentar que tanto nós como o Al tejo perdemos o rasto do Zé
Pedala. Mas se lhe perdemos o rasto, não lhe perdemos a admiração pela sua criatividade e at
pelo seu exemplo e duro modo de vida.
Deus não lhe foi bondoso; a vida nunca lhe foi fácil, os meios dignos de vida talvez nunca lhe
tenham caído do céu, mas o que hoje, aqui e agora, quero expressar e deixar bem dito em nome,
julgo eu do Alandroal, do Al tejo e, de todos os que gostaram e conviveram com ele, é qu
sempre o vimos como “Um Grande Homem” com uma «alma e mística» de alandroalense ainda
maior.
Não querendo aqui fazer epitáfios totalmente descabidos e, tanto quanto sabemos, acabou e foi ele mesmo “evacuado para norte” (para S. Iria da Azóia?) onde se - por felicidade nossa - este escrito lhe chegasse com ele ainda vivo, ou alguém da sua família o ler, tornaria a todos os Visitantes do Al tejo, um tanto mais felizes.
A todos os Visitantes, a todos os alandroalenses e a todos nós, os sulistas solidários deste infeliz e naufragado mundo mediterrânico.
E não só. Porque ainda há muito mais Sul para contar em Portugal e no Mundo à vista dos “Orelhudos do Caraças”.
A tal nossa bela tapada onde continuam habitar certos fantasmas e o rosário de novas «formas do caraças» …
     Melhores Saudações

    António Neves Berbém
   ( 29/1/2015)


RECONHECIMENTO


A Universidade Popular de Alandroal foi reconhecida no passado dia 21 de janeiro pelo Instituto de Empreendedorismo Social e pelo Instituto Padre António Vieira como Projeto de Elevado Potencial de Empreendedorismo. O reconhecimento surge no âmbito do projeto MIES (Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social) que colocou a Universidade Popular no grupo das 134 iniciativas ES+, facto que enchendo de orgulho tanto a autarquia como todos aqueles que diariamente trabalham em prol desta escola de vida. 



Fonte: Site C.M.A.

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

                                               OS GREGOS

As eleições do passado domingo na Grécia revelaram aquilo que o povo grego pensa dos partidos que se foram rendendo no poder e que, de forma subserviente, seguiram os ditames das políticas neo liberais impostas pelos “mercados”.
Mais do que analisar o programa apresentado pelo Syriza, a sua composição ou a opção da coligação com um partido de direita, o que nos interessa é perceber como aquele resultado eleitoral está a transtornar os partidos portugueses que de uma forma ou de outra estiveram sempre do outro lado desta história.
A coisa não é para menos. Sempre nos disseram que não havia alternativa à política de PS, PSD e CDS. Sempre nos disseram que só era possível prometer outras soluções quando se tinha a certeza de não as puder executar.
Quando em Portugal o PCP se bate pelo aumento do salário mínimo, aparecem sempre umas aves que fazem contabilidade de mercearia a garantir que tal é impossível, sublinhando a afirmação com a frase: “e onde é que iriam buscar o dinheiro para isso?”
Pois o governo grego, 48 horas depois de ser constituído, decidiu que o salário mínimo voltava aos níveis de 2012, pondo fim ao corte de 23% imposto pelo anterior governo.
Quando se afirma que é preciso travar os processos de privatização nos sectores estratégicos da economia, logo as mesmas aves vêm defender que esse é o caminho do desastre e que as empresas que querem privatizar desaparecerão se tal não acontecer.
O actual governo grego decidiu travar todas as privatizações em curso.
Tudo isto está a deixar os nossos politólogos de serviço muito nervosos e em busca de explicações que não estão nos únicos manuais que leram.
Ontem o primeiro-ministro classificava o programa do governo grego um conto de crianças, hoje, depois de se saber que os gregos estão a pôr em prática o conto de crianças, imagino que se sinta perplexo e angustiado.
Durante estes dias tenho ouvido muita gente a pedir uma unidade de esquerda que inverta esta desgraçada opção política dos últimos 38 anos. Muitos fazem-no como se isto da unidade de esquerda fosse assim uma plataforma em que forças políticas que se reclamam de esquerda se juntassem apenas por essa razão, sem ter em conta as suas propostas concretas.
Olhemos para as medidas do novo governo grego e perguntemos quem em Portugal as anda a reclamar de forma consequente. Seria uma boa base de convergência para um entendimento mínimo de governação.
Aumento dos salários e pensões, renegociação da dívida nos juros, prazos e montantes, aposta na produção nacional, travar os processos de privatização, travar o ataque aos trabalhadores do Estado e o esvaziamento das suas funções sociais, defender a contratação colectiva, repor as freguesias extintas, investir no serviço nacional de saúde, aliviar a carga fiscal sobre o trabalho e agravar a carga fiscal sobre o capital.
Vamos lá… quem é que alinha com este programa mínimo? Ou o exemplo dos gregos só é bom desde que se fique por lá?
Até para a semana

Eduardo Luciano                                         

FORTALEZA DE JUROMENHA NÃO ESTÁ ESQUECIDA


                                OIÇA AQUI

RESUMO DE NOTÍCIAS REFERENTES AO ALENTEJO

Com duas Lojas já abertas – Ervideira WineShop-  uma em Reguengos de Monsaraz e outra em Évora a Ervideira inaugura no próximo dia 1 de Fevereiro uma terceira  em Monsaraz, situada na Praça da Igreja. Esta Loja vem comemorar “Reguengos de Monsaraz Capital Europeia do vinho”.
(agradecemos o convite para a inauguração)

Os Prémios “Turismo do Alentejo e Ribatejo” receberam um total de 78 inscrições para a quinta edição.










quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

"CANTARES DE AMIGO"

                                                               RETRATO DE UM AMIGO

João Ribeiro, contista português.
                                                    Porte um pouco acima do mediano,
                                                    Muito calvo desde que o conheço…
                                                    Bigode, e mosca na zona do queixo,
                                                    Olhar apreciavelmente mundano.

                                                    Afável, bom falante… e de noitadas,
                                                    Resistente na sua condição humana…
                                                    Contador de histórias bem contadas,
                                                    Onde se percebe a saudade africana!

                                                    Fala p´los cotovelos feito um perdido
                                                    Nas mais difíceis condições acústicas,
                                                    Com uma potência de ferir o ouvido;

                                                     Mas não se fica por aqui este figurão…
                                                     Seu jeito e pose lembram o conhecido
                                                     António Maria Silva: “ah grande leão!”
Matias José

                                                       DOIS AMIGOS À CONVERSA

João Regatão versus Dino

                                                             (Preâmbulo)

                                               Com os neurónios a matutar
                                               E sem encontrar explicação…
                                               A história que vos vou contar
                                               Pertence aos anais da ficção.

                                                                   ***

                                              - João, não estejas a inventar…
                                                Mas passou-se mesmo contigo?
                                              - Olha-me, este! É como te digo:
                                                Assim, tal qual estou a contar!

                                              - É preciso grande imaginação...
                                                Ouve, não te estiques muito!
                                             - Não querem lá ver este bruto!?...
                                               Dino, acaso sou aldrabão (?)

                                               - Bebemos a abaladiça?...
                                                Tenho as tripas em reboliço,
                                                Maldito feijão com chouriço!

                                              - E eu aziado… foi da linguiça,
                                                O estômago está com preguiça…
                                                Uma pastilha, e resolvo já isso!

POETA



DIVULGAÇÃO

                                   VAMOS ÁS MIGAS !



CICLO DE ENTREVISTAS

Em dezasseis de Janeiro, enviamos mails, solicitando uma breve entrevista aos principais representantes do poder autárquico do Alandroal, a saber: Senhora Drª Mariana Chilra na qualidade de Presidente, Vereador João José Martins Nabais eleito pelo  Movimento DITA, na qualidade de Oposição, Vereador  Manuel José Ramalho, eleito pelo P.S. , e também Vereador na Oposição, Professor  Tomé Laranjinho, eleito pelo P.S.D. , para a Assembleia Municipal, dado este Partido não ter obtido votação suficiente para eleger qualquer Membro para integrar a Vereação Municipal.
 Acederam ao nosso convite, até ao momento a Senhora Presidente, Mariana Chilra, o Vereador Manuel José e Tomé Laranjinho.
Assim e no intuito de durante o próximo mês darmos a conhecer aos nossos leitores as respostas formuladas, fizemos seguir hoje algumas perguntas, ficando a aguardar o bom acolhimento das mesmas.


E O CONCELHO DO ALANDROAL PREPARA-SE PARA O CARNAVAL


HABITUAL CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA DIARIAMENTE NA RÁDIO DIANA/FM

                                           José Policarpo - A razão ou a emoção

Quarta, 28 Janeiro 2015 09:22
A vitória do Syriza liderado pelo Alixis Tsipras é a grande notícia do momento político, com os incontornáveis reflexos nos dezanove países do euro grupo. Será no seio destes países que se joga o futuro do euro e sobretudo o da Europa tal como a conhecemos.
As eleições legislativas que decorreram na Grécia no último domingo tiveram um desfecho previsível e esperado. Os eleitores gregos deram uma vitória quase absoluta ao partido da extrema-esquerda que assentou as suas ideias eleitorais, no fim da austeridade e na renegociação da dívida pública. De facto, foram estas as bandeiras eleitorais que tiveram acolhimento maioritário no povo grego.
O certo é que a Grécia tem o desemprego aproximadamente nos 27% da população activa e o desemprego jovem está nos 50%. É, sem qualquer dúvida, uma situação difícil e demasiada complexa do ponto vista social e económico. A sociedade grega está social e politicamente fraturada. Porém, qual o caminho a adotar para levar de vencido este drama e garantir um futuro próspero e digno para o povo grego. Do meu ponto de vista, reside aqui a resposta das respostas para o povo grego e quiçá para os países do sul da Europa.
Sem pretender dar lições a quem quer que seja, até por que não conheço a Grécia, para lá da importância e do contributo deixado pelos autores clássicos na nossa organização politica e social, todavia, não podemos descurar a realidade dos factos. A Grécia tem uma população em número aproximadamente à da portuguesa e tem uma dívida pública três vezes maior do que a nossa, ronda os 500 000ME. A evasão fiscal anda pelos 40 000ME, significando, portanto, mais de metade do nosso produto interno bruto.
Ora, independentemente, dos alegados equívocos compreendidos no plano de austeridade levado a cabo e defendido pela TROIKA, e, admitindo, que, sejam significativos, tanto quanto julgo conhecer, não há no mundo real, credores que pautem a sua atividade em total respeito pelas regras da mais nobre das caridades. Infelizmente a realidade é esta e é dura. E, é mais dura ainda, para com aqueles que presidem as suas vidas de forma reiterada, relaxada e relapsa.

Dito isto, poderá a resposta ao problema da Grécia passar por algumas cedências dos credores, sobretudo dos institucionais. Por exemplo; no prolongamento das maturidades e de baixarem o preço do serviço da dívida. No entanto, os cidadãos gregos e as suas instituições não estão dispensados de colocarem a casa na ordem. Aguardemos para ver.