quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
QUEM PENSA E FALA ASSIM… SABE O QUE DIZ E NÃO É GAGO!
Rubrica onde se transcrevem, pensamentos, frases e artigos de personalidades de renome, onde se reflecte o estado da Nação e nos deixam a pensar….
Para quem ainda tinha dúvidas, já se viu que a nossa Justiça está para Portugal como alguns satélites russos perdidos no espaço, estão para a pátria-mãe.
A Justiça é, de facto, portuguesa e parece que se rege pelas nossas leis. Mas vive literalmente em órbita e noutro mundo. Por vezes faz umas tangentes à realidade, mas volta, rapidamente, à sua incompreensível órbita, que ninguém comanda, que ninguém compreende e que não a leva a lado nenhum. Os portugueses têm razão para ter medo da Justiça. É natural ter medo daquilo que não se compreende.
Ricardo Costa
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Não é a crise que nos destrói. É o dinheiro.
Nada no mundo me faria revelar o nome de quem relatou este episódio.
É oportuno divulgá-lo agora porque o parlamento abriu as comportas do dinheiro vivo para o financiamento dos partidos.
O que vou descrever foi-me contado na primeira pessoa.
Passou-se na década de oitenta.
Estando a haver grande dificuldade na aprovação de um projecto, foi sugerido a uma empresária que um donativo partidário resolveria a situação.
O que a surpreendeu foi a frontalidade da proposta e o montante pedido.
Ela tinha tentado mover influências entre os seus conhecimentos para desbloquear uma tramitação emperrada num labirinto burocrático e foi-lhe dito sem rodeios que se desse um donativo de cem mil Contos "ao partido" o projecto seria aprovado.
O proponente desta troca de favores tinha enorme influência na vida nacional.
Seguiu-se uma fase de regateio que durou alguns dias.
Sem avançar nenhuma contraproposta, a empresária disse que por esse dinheiro o projecto deixaria de ser rentável e ela seria forçada a desistir.
Aí o montante exigido começou a baixar muito rapidamente.
Chegou aos quinze mil Contos, com uma irritada referência de que era "pegar ou largar".
Para apressar as coisas e numa manifestação de poder, nas últimas fases da negociação o político facilitador surpreendeu novamente a empresária trazendo consigo aos encontros um colega de partido, pessoa muito conhecida e bem colocada no aparelho do Estado.
Este segundo elemento mostrou estar a par de tudo.
Acertado o preço foram dadas à empresária instruções muito específicas.
O donativo para o partido seria feito em dinheiro vivo com os quinze mil contos em notas de mil Escudos divididos em três lotes de cinco mil.
Tudo numa pasta. A entrega foi feita dentro do carro da empresária.
Um dos políticos estava sentado no banco do passageiro, o outro no banco de trás.
O da frente recebeu a pasta, abriu-a, tirou um dos maços de cinco mil contos e passou-a para trás dizendo que cinco mil seriam para cada um deles e cinco mil seriam entregues ao partido.
O projecto foi aprovado nessa semana.
Cumpria-se a velha tradição de extorsão que se tornou norma em Portugal e que nesses idos de oitenta abrangia todo o aparelho de Estado. Rui Mateus no seu livro, Memórias de um PS desconhecido (D. Quixote 1996), descreve extensivamente os mecanismos de financiamento partidário, incluindo o uso de contas em off shore (por exemplo na Compagnie Financière Espírito Santo da Suíça - pags. 276, 277) para onde eram remetidas avultadas entregas em dinheiro vivo.
Estamos portanto face a uma cultura de impunidade que se entranhou na nossa vida pública e que o aparelho político não está interessado em extirpar.
Pelo contrario.
Sub-repticiamente, no meio do Freeport e do BPN, sem debate parlamentar, através de um mero entendimento à porta fechada entre representantes de todos os partidos, o país político deu cobertura legal a estes dinheiros vivos elevados a quantitativos sem precedentes.
Face ao clamor público e à coragem do voto contra de António José Seguro do PS, o bloco central de interesses afirma-se agora disposto a rever a legislação que aprovou.
É tarde. Com esta lei do financiamento partidário, o parlamento, todo, leiloou o que restava de ética num convite aberto à troca de favores por dinheiro.
Em fase pré eleitoral e com falta de dinheiro, o parlamento decidiu pura e simplesmente privatizar a democracia.
Nota pessoal
O que tenho lido ultimamente deste Senhor, leva-me a pensar que se continua assim não vai morrer pela idade !!! Começa a incomodar muita gente do poder.
e-mail recebido de fonte identificada.
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FIGURAS QUE NÃO TENDO SIDO CONSIDERADAS”ILUSTRES”, FICARAM NA MEMÓRIA DOS ALANDROALENSES.
D. ANTÓNIA GALHARDAS – A MINHA PROFESSORA PRIMÁRIA
Há gente que fica na História
da História da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir.
Recordo hoje uma pessoa a quem muitos da minha geração ficaram a dever não só os conhecimentos básicos que os fizeram singrar na vida (comprovei-o há muito pouco tempo), como o carácter de honradez, respeito pelo próximo, por si próprio, e algo que desde sempre os faz buscar forças suficientes para acudir aos infortúnios da vida: A FÉ.
Foi um privilégio aprender as primeiras letras, os primeiros números, aprender a ler e a escrever com a Senhora Professora Dona Antónia.
Na altura, a Professora que acolhia os Alunos na primeira classe tinha o dever de os acompanhar até ao final do tempo escolar, a quarta classe. Pela mão de minha mãe dei entrada na Escola Primária do Alandroal, que ainda hoje lá está como monumento imponente e como tal em estado de degradação, e, a partir daí uma segunda mãe tomou conta do meu destino. Era da Terra e como tal conhecia bem as famílias dos alunos que lhes eram confiados a tal ponto que sabia colocar na “carteira” os que poderiam tirar algum benefício com a companhia. A mim “calhou-me” o Zé Avelino, com o qual aprendi a fazer uma linha recta, mais tarde o meu primo Manuel Inácio. Abro aqui um parêntesis para dizer que na altura as aulas começavam ás nove, tinham intervalo para almoço e se prolongavam pela tarde até às quatro, cinco da tarde (quando não havia lugar para castigos, que se limitavam a escrever “Concelho do Alandroal” ou “Conselho de Salazar” pelo menos 100 vezes, ou escrever a tabuada dos 8 - 20 vezes, e que as aulas eram dos da primeira classe com os da terceira, e mais tarde da segunda com a quarta, uma maneira de uns recordarem a matéria dada e outros irem aos poucos penetrando na matéria que viria a seguir).
Muitas são as recordações desse tempo. Felizmente mais as boas que as más. Foi a Dona Antónia, que me ensinou a respeitar os mais velhos, a trilhar o dom do bem-fazer, a distinguir a verdade da mentira, a solidariedade para com os mais necessitados e acima de tudo (porque o preservava) a amar a pátria e a fazer-me sentir que há algo que se chama Fé a quem em momentos de aflição podemos sempre recorrer.
Os seus conhecimentos sobre as matérias que leccionava excediam em muito aquilo que lhe era exigido a tal ponto que tive ainda o privilégio de a ter como Professora já no Ensino Liceal e com excelentes resultados.
Como é normal deixou-nos um dia. Nessa madrugada em que lhe prestei uma última homenagem, recordei todos os ensinamentos que graças aos seus cuidados, persistência e muito saber fez de mim um homem. E na hora em que foi conduzida à sua última morada muitos foram aqueles que lhe prestaram justa homenagem.
Agora passado mais de meio século, é altura de aqui deixar o meu testemunho de gratidão por uma pessoa que muito contribuiu para a minha formação e para os desafios que tenho enfrentado ao longo da vida.
Obrigado Senhora Professora.
Chico Manuel
P.S. – Já agora fique a saber e se for caso disso recorde os nomes dos Professores dessa época: Meninos: D. Antónia Galhardas, José Jacinto Ilhéu. Meninas: D. Lucília, D. Zélia Gromicho
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NOTÍCIAS DO CLUB RUGBY DE JUROMENHA

Envio-lhes a notícia do jornal "El Chubut", referente à nossa chegada a Trelew.
Está tudo a correr de forma fantástica.
Um abraço
Paulo Jaleco

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DUQUES E...CENAS
Carmen seduz São Domingos
Hoje apetece-me recordar o serão de 21 de Novembro - o Coral de São Domingos canta a Habanera, com a mezzo-soprano Larissa Savchenko.
Bom resto de semana.
J.L.N.
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segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
CRÓNICAS MARROQUINAS (POR SEAN)
Crónicas Marroquinas
== Nesta crónica não se pretendem analisar os resultados das eleições autárquicas no Concelho de Alandroal. O que se pretende é avaliar as possíveis consequências desses resultados. ==
O Partido Socialista sempre transformou em heróis locais os militantes que, no Alentejo, conseguiram ganhar Câmaras Municipais, sobretudo, se essas câmaras estavam desde as primeiras eleições, em 1976, nas mãos dos comunistas. Assim aconteceu em Portel, Évora ou Alandroal, por exemplo. Umas vezes por mérito próprio, outras por demérito dos outros, e ainda outras por dissidências ou desentendimentos entre o pessoal das hostes vermelhas. Pouco a pouco, o Partido Socialista, que chegou a ter apenas uma câmara, das 14 do distrito de Évora, foi ganhando terreno e hoje, se as contas não me falham, já vai em metade.
Mas estas crónicas não são para falar do Distrito de Évora, são para falar do Alandroal e do que por cá se passa, ou do que se pensa que por cá se passa. No caso presente, o que queremos comentar, é o estranho caso do militante que ganhou uma câmara ao seu próprio partido. E se o ex-presidente João Nabais teve honras de herói local por ter ganho a câmara aos comunistas, porque não deverá tê-las o presidente João Grilo, já que esta vitória ainda é mais extraordinária.
Senão, vejamos :
O homem continua militante do partido ; o homem nunca renegou o partido, apenas disse que a câmara não estava bem entregue ao presidente anterior ; o homem, em cinco meses, funda um movimento ganhador ... e comete esta proeza extraordinária === " arrebenta " com o PSD e, praticamente, fá-lo desaparecer da cena política Alandroalense ; o homem " come " metade do eleitorado tradicional da CDU e relega os comunistas para terceira força política no concelho ; e por último, " limpa " seiscentos votos ao próprio Partido Socialista.
Convenhamos que é obra .....
E o que poderá impedir o entendimento entre o Partido Socialista e o actual presidente ?
O anterior presidente João Nabais ? ... Não nos parece que ainda tenha " pedalada " para isso.
O processo de expulsão que dizem correr contra o presidente João Grilo no Partido Socialista ?
Talvez as prometidas auditorias ..... mas ... francamente ... a quem interessam hoje as ditas auditorias ?
Só se for ao povo do Concelho de Alandroal ! ! ! ...
A avaliar pela Assembleia Municipal, realizada no dia 27 deste mês, ou muito me engano, ou será possível um grande entendimento entre o Muda e o Partido Socialista.
E reparem na grande vantagem desse entendimento : O presidente João Grilo deixava de precisar do vereador Custódio Costa.
Até porque nos parece que a CDU já está meter areia na engrenagem.
Ou talvez estejam apenas a ser coerentes e não emendar um erro com outro erro.
Cá ficamos à espera para depois comentar.
Sean.
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MEMÓRIAS DO RUFINO CASABLANCA - A GERAÇÃO SEGUINTE
(Continuação)
" A Geração seguinte "
" Histórias de gente nascida entre 1940 e 1960 "
--- Os Rodriguez Potra pelo mundo ---
Barcelona 1980
Da sua mesa habitual, no restaurante do hotel Colón, no Bairro Gótico em Barcelona, Javier, observava com muita atenção, as duas mulheres que jantavam no outro lado da sala. Uma delas, a mais alta, há vários dias que o mantinha interessado. Reparara nela quando se tinham cruzado à entrada da sala de jantar e ele tivera que se desviar para que ela e a companheira pudessem passar. Eram duas mulheres muito interessantes, seguramente estrangeiras, e decerto estavam de passagem. O Hotel Colón, situava-se na zona mais antiga da cidade, perto da Catedral Gótica de Barcelona, em pleno bairro que servira de ponto de chegada a Baltazar Barca, o romano que fundara a cidade cerca de 200 anos a.c. . Era aí que ele vivia já há vários anos e chegavam a passar-se meses sem que saísse do bairro. Menino rico, catalão dos quatro costados, já por mais que uma vez se vira envolvido em problemas, sobretudo antes da queda do Franquismo, relacionados com as questões da autonomia da Catalunha. Herdara uma considerável fortuna aquando da morte de seus pais, e passara a viver com a sua avó paterna, única pessoa de família que lhe restava. Agora, depois da morte da avó, ocupava uma grande casa, medieval, nesse mesmo bairro, mas praticamente só utilizava o último andar, " La Mansarda, " como lhe chamava. Aí, tinha instalado um estúdio de pintura, esporadicamente utilizado para pintar. De facto, esse estúdio servia mais como local de encontros amorosos e ruidosas festas que não raro viam nascer o dia e faziam perder a paciência aos vizinhos. Não se pense, porém, que era um homem sem interesses pela vida, ou que só se interessava pela farra. Pelo contrário, mantinha interesse por tudo o que encontrava, que tanto podia ser uma mulher bonita, uma criança triste ou um bom romance. Talvez um quadro de Picasso ou Miró, dos quais, aliás, possuía alguns exemplares. Sentia, por exemplo, uma grande curiosidade e admiração por Portugal. Por um motivo bem simples : Segundo ele, a Catalunha, depois de ser ocupada por Castela, tivera oportunidade de ver-se livre dessa ocupação, quando em 1640, se levantou em armas contra o ocupante, no entanto esse " levantamiento ", falhara. Ao mesmo tempo, no mesmo ano, ergue-se Portugal também contra Castela, contra os Filipes, e a revolução triunfa e dá-se a Restauração em Portugal. --- " Qué gran pueblo, lo portugués... qué ai toreado a los hespañoles... qué gran pueblo ! ! " --- dizia com enorme admiração. E foi com estas palavras que começou a conversar com as duas mulheres que tinham despertado o seu interesse no restaurante do Hotel Colón. Peço desculpa, porque eu já me estava a entusiasmar com esta história de 1640, mas o principal motivo deste escritos não tem nada a ver com histórias dessas. Nesta altura da narrativa já todos perceberam que o Javier era um homem ainda novo, aí à volta dos vinte e cinco anos, desenvolto fisicamente, rico, com uma grande apetência por mulheres bonitas, tempo livre e um grande descaramento. Tinha treinado em Paris, quando os pais para ali o tinham mandado para aprender artes ... calculem ... aprender artes, repito. Não aprendeu nada, é claro, a não ser esturrar todo o dinheiro que lhe era enviado. Mas também não aprendeu por gostar muito da borga, não, ele tinha alguma vontade, o que não tinha era o mínimo de vocação, jeito e habilidade e muito menos tinha génio. Bem ... vamos voltar ao que interessa. Quando passou algumas pesetas à camarera esta fez um relatório completo sobre as duas mulheres : --- " Eram portuguesas, eram casadas, pelo menos usavam aliança, eram advogadas e estavam em Barcelona a tratar dos papéis dum catalão muito rico e velho que se tinha instalado em Lisboa durante a guerra civil espanhola e que nunca mais tinha vindo a Espanha. Inicialmente deviam demorar apenas uns dias mas as burocracias complicaram-se e agora já nem elas sabiam quando estariam despachadas de todas as formalidades. Não regressariam a Portugal sem terem tudo despachado, era a única certeza que tinham. " --- Como vêem, o relatório estava mesmo completo. E despertou ainda mais o interesse de Javier. Passou Javier a fazer plantão no hall do hotel durante todo o dia. Assistia, de manhã, ao pequeno almoço das mulheres, assistia depois às diversas entradas e saídas, e até reparava nas vezes que elas trocavam de roupa durante o dia. A mulher que era objecto maior do seu interesse tinha um corpo bem proporcionado, certamente em tempos praticara algum desporto, era alta e larga de ombros e com os exercícios físicos ganhara uma elasticidade que se reflectia em todos os movimentos.
Tenho que interromper aqui. Para a semana conto mais.
Rufino Casablanca. Terena. Monte do Meio. 1990
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CÁ NO ALENTEJO
Alentejo recebeu primeira caçada feita por mulheres
Catorze mulheres, dez munidas de espingarda e preparadas para matar... perdizes, coelhos e lebres. Foram as que responderam ao apelo da Federação Portuguesa de Caça que ontem realizou a primeira caçada feminina. Foi no Alentejo, perto de Alter do Chão, com muito boa vontade, mas com mau tempo. Não é desculpa para as poucas peças abatidas, 18 no total, só que o nevoeiro levantou às 11.30, hora em que se viram mais perdizes.
http://dn.sapo.pt/
Cancro: Associação Oncológica do Alentejo
Ainda em fase de formação, a Associação Oncológica do Alentejo prepara para breve a sua entrada em cena, tendo por objectivo contribuir para a divulgação de informação sobre doenças do foro oncológico, no que diz respeito à prevenção e ao acompanhamento de pacientes em fase de tratamento.
www.noticiasalentejo.pt
Coliseu vira pista de gelo durante dois meses
A maior pista de gelo coberta do País já está a funcionar no Coliseu José Rondão Almeida, em Elvas.
A abertura oficial desta nova temporada teve lugar na passada sexta-feira, dia 27, sendo que a mesma se prolonga até 31 de Janeiro de 2010.
http://www.linhasdeelvas.net/
IMPRENSA ALENTEJANA JÁ NAS BANCAS



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domingo, 29 de Novembro de 2009
DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA
Torneio Inter-Associações de Futsal Feminino
Sub19 - Zona Sul.
O presente torneio realizado no Distrito de Évora, organizado pela Federação
Portuguesa de Futebol em parceria com a Associação de Futebol de Évora teve
a participação de 8 selecções Distritais, sendo uma iniciativa importante
para o desenolvimento do Futsal no Distrito.
Em particular, a Selecção de Évora teve uma participação extraordinária,
ganhando os jogos de Algarve e Setubal (5-2 / 2-0) e empatando com Leiria
(6-6). Com estes resultados a Selecção de Évora foi apurada para a Final
Four que vai ser realizado em Lisboa no fim de semana de 19/20 de Dezembro.
A Associação de Futebol de Évora congratula-se pelo normal funcionamento do
Torneio e pelo resultado histórico obtido pela sua Selecção, agradecendo
também o esforço de todos os funcionários, técnicos, atletas e Clubes que
colaboraram no processo que contribuiram para o alcançar dos resultados
obtidos.
FUTEBOL
Distrital de Évora
Divisão de Honra
Arcoense 1 – Estrela de Vendas Novas 4
Giesteira 0 – Redondense 0
Oriola 0 – Calipolense 0
Monte Trigo 3 – Santiago Maior 2
Arraiolense 1 – Borbense 4
Bencatelense 1 – Escouralense 0
Sporting de Viana 3 – Portel 3
1ª Divisão Série A
Brotense 2 – Cabrela 1
Alcaçovense 0 – Santana do Campo 2
Fazendas do Cortiço 0 – Luso Morense 0
S. Bartolomeu do Outeiro 3 – Canaviais 3
1ª Divisão Série B
Bairro Santo António 2 – Vera Cruz 1
Aldeense 2 – Azarujense 0
Estremoz 1 – São Romão 0
Corval 0 – Perolivense 1
Rosário 2 – São Manços 0
Distrital de Juvenis
Calipolense 8 – Alandroalense 1
Nacionais
2ª Divisão
Oliveira do Bairro 1 – Eléctrico Ponte Sôr 1
Lagoa 2 – Atlético Reguengos 1
Real 2 – Aljustrelense 0.
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DUQUES E...CENAS
Estamos feitos... ![]()
... ao bife
(Estive a ouvir o debate na Assembleia da República e não consegui chegar a outra conclusão. Lembrei-me de avisar quem passar por aqui.)
J.L.N.
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